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As privatizações não vão deixar a Sonangol despida

Nesta primeira grande entrevista a um órgão nacional, Sebastião Gaspar Martins revela detalhes desconhecidos do Programa de Regeneração, como é o facto de não prever despedimentos e, também, da alienação de activos imobiliários em Portugal. Explica a inevitabilidade de um aumento dos preços dos combustíveis, ainda que gradual, a negociação de empréstimo de 1,5 mil milhões de dólares no mercado internacional e o insucesso do ataque cibernético que em Junho perturbou a actividade da companhia.

Médico faz abordagem sobre ambiguidade sexual

Alguns anos depois de, à nascença, lhes terem sido determinado o sexo, por sugestão da comunidade científica, com a aprovação dos pais, os agora adultos, na África do Sul, sentem-se revoltados e indignados com as decisões tomadas. Nalguns casos, pessoas a quem foi atribuído o sexo feminino continuam a sentir-se homens e vice-versa. Em entrevista, em Joanesburgo, para o Jornal de Angola, o Dr. João da Fonseca, médico-cirurgião luso-sul-africano, falou da sua experiência em operações para separação de bebés siameses, esmiuçou o conceito de medicina regenerativa e o projecto que tem a respeito. Fez ainda abordagens sobre a ambiguidade sexual, a determinação ou atribuição de sexo a recém-nascidos e como essas operações eram realizadas na África do Sul

“Angola continua sem política eficiente de valorização de quadros de excelência”

A citação que dá título a esta entrevista é do jovem angolano João Paulo de Morais, especialista em Logística Militar e Gestão de Recursos de Defesa, especialidades que estão na origem de um convite que lhe foi formulado pela consultora britânica SMI, especializada em questões de Defesa e Segurança Internacional, para ser um dos oradores da “20ª Conferência Anual sobre Transporte Aéreo Militar e Reabastecimento Ar-Ar”, que vai decorrer de 3 a 4 de Dezembro, em Lisboa, Portugal. O entrevistado, de 33 anos, já trabalhou para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e é o primeiro angolano a participar, como orador, no evento.

“Sempre acreditei numa Angola melhor”

Deixou, em 1987, a cidade de Aalborg, na Dinamarca, para abraçar uma causa na província do Bengo, numa altura em que havia muitas dificuldades no país, devido à guerra. Com 30 anos, Rikki Viholm deixou a família e a paz do país escandinavo, para se juntar aos angolanos, porque se apaixonou à distância por Angola e daqui não mais arredou o pé, até que adquiriu a nacionalidade, em 2002. Na conversa que se segue, a senhora dos "fardos" da ADPP (Associação de Desenvolvimento de Povo para Povo, uma ONG) diz que conhece as 18 províncias, é fã das músicas de Bonga, é adepta da equipa de andebol feminina do 1º de Agosto. Acrescenta que sabe cozinhar funje, adora kizaca e muteta e não se importa de degustar esse quitute onde quer que esteja

Só 20 por cento dos migrantes africanos vão para fora de África

O académico guineense Carlos Lopes foi adjunto de Kofi Annan na ONU e é hoje professor na Nelson Mandela School of Public Governance, na Cidade do Cabo. O Diário de Notícias entrevistou-o em Lisboa, onde participou na conferência ÁFRICA XXI. Na entrevista, Carlos Lopes prevê, em parte, um quadro favorável ao futuro de África. “Vai ser uma espécie de reservatório da juventude mundial, a tal ponto que uma em cada duas crianças no mundo, a partir de 2040, são africanas”

Cimeira de Sochi é ponto de partida para construção de parcerias justas

Vladimir Putin considera que a Cimeira Rússia-África, que se realiza hoje e amanhã, na cidade de Sochi, é um ponto de partida para a construção de parcerias justas, baseadas na igualdade de direitos e no interesse mútuo. "Pretendemos discutir ideias com os parceiros, sistematizá-las e, de forma concreta, incluí-las na declaração final", disse o Presidente russo em entrevista à agência TASS. Sublinhou que o seu país e os Estados africanos estão ligados por relações "tradicionalmente amigáveis" e lembrou o apoio soviético à luta de libertação do continente.

Terminei com as mortes políticas na Guiné-Bissau

Primeiro Presidente a concluir o mandato de cinco anos desde a abertura democrática, em 1994, José Mário Vaz esteve em Lisboa, numa iniciativa de pré-campanha de lançamento da recandidatura à presidência da Guiné-Bissau. O político, de 61 anos, falou sobre a actual situação política no país, do combate à corrupção e ao tráfico de drogas e as prioridades para o próximo mandato, se for escolhido para continuar no cargo, nas eleições presidenciais de 24 de Novembro. Em entrevista para o Jornal de Angola, o candidato à reeleição destaca ter levado a paz civil, tranquilidade interna e liberdade ao país

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