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Capitão Akwá joga futebol com amigos na Vila Chinesa

A Vila Chinesa, ajuntamento populacional no município de Viana, província de Luanda, regista amiúde iniciativas dos moradores que, em grupo ou a título privado, buscam meios para ocupar os tempos livres.

No domingo de manhã estávamos em casa, “a vitamina pronta”, como compôs Riachão e cantava Cássia Eller no aparelho da sala, nós, junto ao portão, a  cimentar o passeio, quando alguém disse que Akwá estava a jogar à bola no campo pelado da vila. Duvidosos, fomos verificar e lá estava o grande capitão, camisola número dez, tranças no cabelo, bem ao seu estilo, mais do que o ponta-de-lança dos Palancas Negras o cidadão Alcebíades Maieco. Fomos à fala com ele no fim do jogo e logo percebeu e abraçou a nossa intenção, afinal, também a dele: afastar o quanto mais possível os mais novos dos maus caminhos e o principal organizador da confraternização, Manuel Duas Horas, ofereceu-se para registar com o seu telemóvel o momento de grande importância para a nossa vida e para a comunidade local. De Akwá, fica-nos a ideia de pessoa simples, bem educada e de trato fácil, cidadão envolvido com as causas mais nobres da Nação.

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