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Jovens talentos solidários com colegas

O grupo angolano World Music Gang (WMG) está solidário com os artistas que não têm condições para pagar a gravação de músicas e videoclipes.

Fotografia: José Soares| Edições Novembro

Os cantores inauguram recentemente o seu estúdio e têm aberto excepções para os músicos sem recursos para pagar pelos serviços. Empire, como é denominada a gravadora localizada em Viana, é um nome inspirado na série norte-americana do canal televisivo FOX e tem recebido cantores que pagam a baixos preços. Dois membros do grupo, Puto Mingas, produtor e cantor, e Alberto AG, cantor, visitaram recentemente as instalações do Jornal de Angola, onde constataram o funcionamento das respectivas áreas responsáveis pela edição dos jornais. Ambos afirmaram que a ideia é solidarizarem-se com  músicos que vivem numa condição idêntica a deles, sem apoio financeiro. O grupo, que integra ainda os jovens músicos Skinilson JK, Factor Kina e Eduardo Killer, bem como o produtor de videoclipes Edmonsta, põe à prova a qualidade dos seus trabalhos no disco, que é lançado ainda este ano. Intitulado “O princípio”, o disco comporta 10 músicas e sete videoclipes, estando oito concluídas, mas apenas duas disponíveis nas redes sociais, nomeadamente o zouk “Era suposto” e o afro house, “Festa”. O disco, com temas nos géneros semba, kizomba, zouk, guetto zouk, afro house e rap, vai ser disponibilizado nas plataformas digitais de venda de músicas reconhecidas internacionalmente.

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