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O lado íntimo de Rosa Bessa

A directora nacional - adjunta dos Serviços de Saúde da Polícia Nacional, superintendente - chefe Rosa Bessa, desvendou alguns dos pormenores da sua trajectória profissional.

Fotografia: DR

 Foi em 1990, durante a frequência do 6° ano do curso de medicina, na Universidade Agostinho Neto (UAN), que Rosa Bessa de Campos foi seleccionada. “Em 1990, quando frequentava o estágio do 6° ano do Curso de Medicina, na Universidade Agostinho Neto, eu e mais colegas fomos orientados a integrar as forças armadas, por sermos finalistas e tínhamos menos de 30 anos. E, sem qualquer receio, aceitei”. Desvendou que após terminar a formação militar, em 1991, foi colocada no Hospital Militar Principal com a patente de 2° tenente, ocupava o cargo de médica assistente. No seu percurso, evidencia-se a passagem por centros de saúde da Polícia de Cavalaria e Cinotecnia, UPD e UAT. Em 1992, foi transferida para o Posto de Saúde da Polícia de Intervenção Rápida. Mulher de trato fácil, contou que em 2006, o Governo da Província de Luanda (GPL) requisitou-a, através de uma nota dirigida ao então comandante geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos, para exercer o cargo de directora da maternidade Augusto Ngangula, tendo tomado posse no dia 6 de Abril do mesmo ano. Rosa Bessa de Campos é natural de Luanda, nascida a 23 de Julho de 1963.

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