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O outro lado da Gente: Adelino Fernandes

Adelino Fernandes é uma figura ligada à moda, mais concretamente ao “designer”, criação e costura. Didi, como é carinhosamante tratado, cresceu com os pais a ouvir música clássica. Regressou da Europa muito novo e fixou-se no bairro Vila Alice, em Luanda. Adelino Fernandes tem 50 anos de idade e ostenta um “curriculum” em que se destaca a formação em Dança.

Nome: Adelino Fernandes (Didi).

Data de nascimento: 31/05/1970.

Naturalidade: Tarrafal - Cabo Verde.

Filiação: Adelino Olavo da Silva Fernandes e de Olímpia Laura do Carmo Amaral Fernandes.

Tipo de Calçado: Várias opções, preferivelmente clássico.

Ocupação: Administração e criação de moda.

Estado civil: Solteiro.

Filhos: Nenhum.

Sonhos: Os mais incríveis e os menos prováveis.

Sente-se realizado? Não na totalidade.

Tem carro próprio? Sim.

E casa? Não.

Como se veste de segunda à sexta-feira? Não há uma generalidade em termos de compromisso, mas sempre respeitando as necessidades, hora e a ocasião.

E aos fins-de-semana? O mais descontraído possível, a menos que o momento assim o exija.

Faz uso de roupa de marca? Sim, claro. A minha marca e outras.

Cor preferida: Preta.

Qual é a marca do perfume que usa? L’ homme by YSL.

Acredita em forças ocultas? Não.

Alguma vez foi aliciado? Muitas vezes.

Como reagiu? Depende do assunto.

Onde passa as férias? Em vários locais.

Cidade preferida: Lisboa, Portugal.

Virtude: Persistência.

Defeito: Teimosia.

Vício: Fumar.

Livro: Diversos.

Escritores: Dan Brown.

Uma boa companhia: Estar sozinho.

Músicos: Madonna.

Comida: Saladas.

Bebida: Cerveja.

Sabe cozinhar: Com certeza.

É ciumento? Bastante.

Desporto? Nada aficionado.

Clube: Nenhum.

Alguma vez mentiu? Claro que sim.

Já foi enganado? Inúmeras vezes.

Ano que mais o marcou? Difícil de responder.

Deputado ou ministro, qual dos dois cargos escolheria? Deputado.

Porquê? Para poder participar nas decisões mais importantes que se tornem em lei.

O que acha da corrupção? A corrupção é dos vícios mais perigosos que se pode adquirir, pois, uma vez praticado, para sempre e cada vez mais perigosas as pessoas se tornam.

Homossexualidade: Sexualidade não adquirida, embora muitos considerem como sendo um fenómeno social.

Poligamia: Acredito que seja aceite culturalmente, mas socialmente, para mim, impraticável.

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