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O outro lado da Gente| Henrique Lussuekama

Henrique Lussuekama é autor do conto infantil “A Esperança de Welwitschia”, lançado no sábado passado, em Luanda. O escritor angolano residente em Londres descreve no livro a importância da planta Welwitschia Mirabilis e apresenta perguntas e respostas sobre a cultura angolana. A obra literária, apresentada em Paris, Portugal e Alemanha valeu, este ano, a Henrique Lussuekama o prémio “Africa is More”, em Londres. Henrique Lussuekama gosta da companhia da mãe e elegeu Agostinho Neto o seu escritor predilecto.

Fotografia: DR

Nome: Henrique Sungo Lussuekama “Kito”.
Idade: 39 anos.
Data de nascimento: 27/03/1980.
Naturalidade: Huambo.
Estado Civil: Divorciado.
Filhos : 4. Dois casais.
Calçado: 44.
Sonho: Ver Angola bem; estável em todos os sectores.
Sente-se realizado? Sim, sinto-me.
Tem carro próprio? Não.
E casa? Sim. Em Londres.
Que importância tem a mulher para si? As mulheres têm uma importância gigante, pela ajuda na organização e realização de um mundo melhor.
Como se veste de segunda a sexta-feira? Visto-me bem e formalmente.
E ao fim-de-semana? Aos sábados, à desportista e no domingo uso roupa formal na igreja.
Usa roupas de marca? Sim, mas os meus gostos são para roupas africanas.
Cor predilecta: Azul.
Perfume: Gosto do Falkar.
Acredita em forças ocultas? Nao acredito.
Onde passa as férias? Em vários lugares da Europa e em Angola.
Cidade predilecta: Luanda e Londres.
Virtudes: Respeitar a opinião dos outros.
Defeito: Teimosia.
Ídolo: Nao tenho ídolo.
Livro: "A esperança da welwitschia".
Escritor: Agostinho Neto.
Uma boa companhia: A minha mãe.
Músico: Michael Jackson
Comida: Tudo de Angola. Adoro!
Bebida: Água.
Sabe cozinhar? Sim, sei cozinhar.
É ciumento? Nao sou ciumento, mas sou vigilante.
Desporto: Futebol e basquetebol.
Clube: Petro de Luanda.
Alguma vez mentiu? Sim, já menti.
Já foi enganado? Já fui enganado.
Como reagiu? Reagi com um diálogo e desprezo.
Ano que mais o marcou? 2002, com o fim da guerra longínqua.
O que acha da corrupção? A corrupção é inimiga do desenvolvimento de uma nação.
Da homossexualidade: Respeito os homossexuais.
E da poligamia? Culturalmente respeito, mas é má.

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