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O ano de Eduardo Paím

O ano de 2016 foi o ano mais frutífero para Eduardo Paím.

Fotografia: Kindala Manuel|EDIÇÕES NOVEMBRO

O músico precisou de 41 anos para viver o melhor ano da sua vida profissional. O General Kambuengo afirmou recentemente, numa das edições do programa Dia a Dia, do canal 2 da Televisão Pública de Angola (TPA), que o ano passado foi o mais agradável da carreira. Eduardo Paim viajou pelos quatro cantos do mundo por culpa da kizomba. Os festivais, concursos e escolas de kizomba espalhados pelo mundo fizeram dele um viajante. O músico disse que andou dividido e ao mesmo tempo espalhado por vários países de África, da Europa, da Ásia, da América Latina e do Norte, a convite dos organizadores dos referidos projectos. Os anfitriões tiveram a intenção de conhecer o criador do interessante género musical que tem crescido internacionalmente. O ano de 2016 dificilmente sai da mente de Eduardo Paim. O músico retornou aos palcos em grande. O concerto de 25 de Novembro, no Centro de Conferência de Belas (CCB), dedicado aos 40 anos da sua carreira, mostrou o quanto ele é querido pelos angolanos. Com participação de Ricardo Abreu e Jacinto Tchipa, conquistou a categoria Show do Ano no Top Rádio Luanda 2016. O concerto trouxe, uma vez mais, o nome de Paim à boca dos apreciadores da boa música angolana. Quem não foi ao local pôde ver pela internet por que motivo o “homem da kizomba” era muito aplaudido. Eduardo Paim reuniu mais de três mil pessoas ávidas por cantar temas como “Curtir Lisboa”, “São Saudades”, “Rosa Baila”, “Minha Vizinha”, “Luanda Minha Banda”, “Pra Nguenda”, “Rosa Baila” e “Do Kayaya”, que encheram as pistas de dança nos anos 90. O “Prémio Carreira”, atribuído pelo júri do Top Rádio Luanda, também contribuiu para que Eduardo Paim não se esquecesse de 2016, até porque o troféu se refere ao concurso de música referente ao ano passado. Gente felicita Paim.

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