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O outro lado da Gente

Penelas Santana é escritor e sonha ser o mais apreciado em Angola. Diz não ter palavras suficientes para descrever as mulheres e considera ao ano 2014 o mais importante da sua vida, na medida em que deixou de depender do salário da função pública. Óscar Ribas é o seu escritor de eleição e Matias Damásio o seu músico preferido.

Penelas Santana é escritor e sonha ser o mais apreciado em Angola
Fotografia: Kindala Manuel |Edições Novembro

Nome? António da Rocha Penelas Santana.

Idade?
36.

Data de nascimento?
01 de Junho de 1981.

Naturalidade?
  Cazengo, Cuanza-Norte.

Estado Civil?
Solteiro.

Filhos?
5.

Calçado?
44.

Ocupação:
Funcionário público, empresário e escritor.

Sonhos?
Ser o escritor mais apreciado em Angola.

Sente-se realizado?
Não.

Tem carro próprio?
Sim.

E casa?
Sim.

Que importâncias têm as mulheres para si?
Todas as palavras são poucas para descrever a importância das mulheres. Resumindo, diria: mulher é vida!

Como se veste de segunda a sexta-feira?
  Sou um homem simples, portanto, estou sempre de trajes informais.

Aos fins-de-semana?
Nunca largo as calças de ganga.

Usa roupa de marca?
Tenho vício por marcas.

Cor preferida?
Azul escuro.

Qual é a marca de perfume que usa? 
Calvin Klein.

Acredita em forças ocultas?
Já escrevi muito sobre isso. Elas existem!

Onde passa as férias?
  Algumas vezes na Europa, outras vezes vagueando por Angola.

Cidade predilecta? 
Londres.

Virtudes:
Tolerante.

Defeito:
Teimoso.

Ídolo:
Nelson Mandela.

Livro:
"Ecos da minha terra".

Escritor:
Óscar Ribas.

Uma boa companhia?
Os meus filhos.

Músico?
Matias Damásio.

Comida?
Ginguinga de cabrito.

Bebida?
Vinho.

Sabe Cozinhar?
Muito bem.

O quê, por exemplo?
Arroz de amêijoas com grelhados.

É ciumento?
Muito.

Desporto?
Futebol.

Clube?
Petro de Luanda.

Alguma vez mentiu?
Sim. Várias vezes.

Já foi enganado?
Várias vezes.

E como reagiu? Algumas vezes ignorando.

Qual é o ano que mais o marcou?
2014.

Por quê?
Porque o foi o ano em que deixei de depender do salário da função pública.

O que acha da corrupção?
Um mal que precisa ser combatido.

Da homossexualidade?
Assunto deles.

E da poligamia?
Na realidade africana, é cultura. Venho de uma família cujos homens sempre tiveram mais que uma mulher.

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