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O outro lado da gente | Dinis Bundo

Dinis Bundo estreia-se no mercado discográfico com o max-single “Longa caminhada”, a ser apresentado ainda este ano. Músico e compositor, com uma carreira de 25 anos, o nosso convidado divide o seu talento entre a música e locução na Rádio Escola e gosta de ouvir músicas de Jeff Brown.

Fotografia: DR

Nome: Dinis Bundo.
Idade: 38 anos.
Data de nascimento: 10 de Agosto.
Naturalidade: Cafunfo, Lunda Norte.
Estado civil: Casado.
Filhos: Tenho, preferia não precisar o número.
Calçado: 43.
Ocupação: Sou redactor na revista ABC-Angola e locutor no programa Ngola Roots Nation, da Rádio Escola (88.5 FM.)
Sente-se realizado: Tenho 65 por cento dos meus objectivos por concretizar.
Tem carro próprio: Tenho, sim.
Tem casa: Também tenho.
O que significam as mulheres para si: São seres sem margem de comparação possível, pelo dom que têm de gerar e gerir vidas.
Como se veste de segunda a sexta-feira: Visto-me a rigor de segunda a quinta-feira e às sextas-feiras uso roupas jeans.
E nos fins-de-semana: Sem qualquer requinte.
Cor predilecta: Azul-marinho.
Acredita em forças ocultas: Acredito, sim, tal como que exista o bem defendido por Deus.
Onde passa as férias: Tenho viajado um pouco pelo continente africano, por isso estive recentemente em São Tomé e Príncipe. É minha aspiração conhecer melhor o berço da humanidade.
Virtude: Sensibilidade. />Defeito: Chorar com quem chora.
Ídolo: O meu pai (Sr. Mário Bundo).
Uma companhia: A minha esposa (Sónia Mesquita Bundo).
Músico preferido: Jeff Brown, em Angola, e Shaggy, fora de portas.
Comida: Funge com moamba de galinha.
Bebida: Água.
Sabe cozinhar: Não, sou péssimo na cozinha.
É ciumento: Sim, um pouco.
Desporto: Basquetebol e karaté .
Alguma vez mentiu: Já, sim.
Já foi enganado: Dessa ninguém escapa, nos dias de hoje.
Como reagiu: Ignorei para evitar o pior.
Ano que mais o marcou: 2016.
Porquê: A crise deixou marcas indeléveis. Porém, consegui produzir o meu CD sem auxílio de ninguém.
O que acha da corrupção: Um vírus que, infelizmente, criou alianças com o ser humano, de quem nunca se irá divorciar, nem que o Papa João Paulo II ressuscite.
O que acha da homossexualidade: É uma abominação, segundo as escrituras sagradas.  Enquanto pessoa, respeito a opção de cada um.
E da poligamia: Enquanto africano não condeno. Mas, particularmente, não tem o meu voto favorável.

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