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O outro lado da Gente | Bráulio Henriques

Foi eleito Mister Angola 2017 no dia 4 de Fevereiro.  Desde essa data, o também Mister Popularidade tem gerido assédios da melhor maneira possível. Natural Luanda, Bráulio Henriques, 25 anos, ocupa-se da gestão de clientes numa empresa cuja denominação deixa resguardada, tal como o faz com o nome da sua cara metade. Sonha pisar palcos da moda internacional e é viciado em videojogos. O Mister Angola elege o nascimento do filho, em 2014, como o maior acontecimento da sua vida e Anselmo Ralph é o seu músico predilecto.

Fotografia: Dombele Bernardo | Edições Novembro

Nome? Bráulio Anderson Gonçalves Henriques.

Idade?
25 anos.

Data de nascimento?
02 de Julho de 1991.

Calçado?
44.

Ocupação?
Gestor de clientes.

Naturalidade?
Luanda.

Estado Civil?
Tenho uma relação com alguém.

Filhos?
Um.

Sonhos?
Atingir o patamar internacional no mundo da moda.

Sente-se realizado?
Não. 

Tem carro próprio?
Sim.

E casa?
Não.

Que importâncias têm as mulheres para si?
As mulheres, para mim, significam vida.

Como se veste de segunda a sexta-feira?
De forma clássica.

E aos fins-de-semana?
À desportista.

Usa roupa de marca?
Sim. 

Qual é a sua cor preferida?
Azul. 

Qual é a marca de perfume que usa?
Gosto de Amouage.

Acredita em forças ocultas?
Não.

Como reage a elas?
De forma nenhuma, porque não acredito.

Onde passa as férias?
Portugal, Namíbia e África do Sul.

Cidade predilecta?
Dubai.

Virtudes?
Respeito e obediência.

Defeito?
Impaciência.  

Vício?
Vídeogame. 

Ídolo?
Tyson Backfor.

Livro?
"Casamento blindado".

Escritor?
Pepetela.

Uma boa companhia?
Os amigos.

Músico?
Anselmo Ralph.

Comida?
Caldeirada de Cabrito.

Bebida?
Água.

Sabe cozinhar?
Não.

O quê, por exemplo?


É ciumento?
Sim.

O que acha dos homens que batem nas mulheres?
É uma atitude desumana.

Desporto?
Futebol.

Clube?
Petro, Porto e Real Madrid.

Alguma vez mentiu?
Sim.

Já foi enganado?
Já.

Ano que mais o marcou?
2014.

Porquê?
Nasceu o meu filho.

O que acha da corrupção?
Um acto que desestabiliza a sociedade.

Da homossexualidade?
Respeito.

E da poligamia?
Sou contra.

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