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O Outro Lado da Gente | Eva Rap Diva

Eva Marise Cruzeiro Alexandre tornou-se conhecida nas lides artísticas pelo trabalho brilhante e pelos ideais que defende enquanto rapper. Seguida e aplaudida por fãs de todas as idades, Eva Rap Diva é autora do CD Rainha Njinga do Rap, lançado em 2014.

Eva Marise Cruzeiro Alexandre
Fotografia: Kindala Manuel|Edições Novembro

Igualmente radialista da emissora Romântica (97.9), Rap Diva prepara-se para lançar, a qualquer momento, uma nova obra discográfica. Simpática, bonita e destemida, Eva encontra na mãe o seu ídolo e gosta de ouvir músicas da rapper americana Lauryn Hill.
Nome: Eva Marise Cruzeiro Alexandre.
Idade: 28.
Calçado: 39/40.
Ocupação: Artista, radialista e gestora
Estado civil: “Solteira” que namora (risos)
Filhos: Nenhum.
Sonhos: Conquistar o mundo.
Sente-se realizada: Sim.
Tem carro próprio: Sim.
E casa: Não.
Que importância têm as mulheres para si: A mesma que eu própria tenho, porque sou mulher e sinto que sou tão importante como as outras mulheres.
Como se veste de segunda a sexta-feira: Roupa casual.
E aos fins-de-semana: Fatos de treino ou roupa casual.
Usa roupa de marca: Raramente.
Cor preferida: Vermelho e rosa.
Qual é a marca de perfume que usa: Tom Ford.
Cidade predilecta: Londres.
Acredita em forças ocultas: Sim.
Se sim, como reage a elas: Como reajo às pessoas, há boas e más, mas elas só podem afectar a nossa vida se lhes abrimos a porta.
Onde passa as férias: Gosto muito de passar na Inglaterra e em Portugal.
Virtudes: Sinceridade.
Defeito: Teimosia.
Vício: Comida. />Ídolo: A minha mãe.
Livro: "Heroínas Angolanas".
Escritor: Chimamandangozi.
Músico: Lauryn Hill.
Uma boa companhia: Nair e Mimi (Nymakeup).
Bebida: Água.
Comida: Funji de bombó.
Sabe cozinhar: Sim.
O quê, por exemplo: Feijoada, bacalhau com natas, etc.
É ciumenta: Muito!
O que acha dos homens que batem em mulheres? Deviam ser castrados!
Desporto: Musculação.
Clube: Sporting.
Alguma vez mentiu: Várias.
Já foi enganada: Sim.
Se sim, como reagiu: Aprendi a lição para não voltar a acontecer, pelo menos não da mesma maneira.
Ano que mais a marcou: 2014.
Porquê: Porque decidi dedicar-me 100%   à música, foi a melhor coisa que fiz até hoje.
O que acha da corrupção: Acho que é o maior problema da humanidade, maior que qualquer epidemia ou guerra.
Homossexualidade: Uma coisa normal, as pessoas devem ser livres de fazer as suas opções sexuais.
E da poligamia: Acho que é algo muito comum na nossa sociedade e, para além de não gostar nem pensar na hipótese de aceitar isso na minha relação, por causa da educação religiosa e moral que tive, acho que é um assunto que precisamos debater em Angola. Se a maioria aprovar a poligamia praticada tanto pelo homem  e a poliandria pela mulher, sou capaz de respeitar.

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