Gente

O outro lado da Gente | Hélder Simbad

Hélder Silvestre Simba André, conhecido por Hélder Simbad, é um jovem escritor e crítico literário angolano que tem dado mostras de que vai ser, nos próximos tempos, uma referência da literatura nacional.

Hélder Silvestre Simba André
Fotografia: Edições Novembro

É o coordenador-geral do movimento literário Litteragris, sediado em Viana. Simbad é, igualmente, convidado residente no programa "Manhã Informativa" da Rádio Nacional de Angola. Nas suas intervenções, o escritor sugere livros para leitura. Estar entre os melhores da literatura universal e ser ministro da Cultura são alguns dos seus sonhos.

Nome: Hélder Silvestre Simba André.
Idade: 30 anos.
Data de Nascimento: 13 de Agosto de 1987.
Naturalidade: Sou cabindense.
Estado Civil: Solteiro.
Filhos: Não tenho.
Calçado: 43/44.
Ocupação: Sou professor.
Sonhos: Estar entre os melhores da literatura universal, ser ministro da Cultura e morrer velho nos braços da mulher que amo.
Sente-se realizado: Claro que não!
Tem carro próprio: Não, nem ando a pedir emprestado.
E casa: Não tenho casa própria, por enquanto.
Que importância têm as mulheres para si: Completam-me. (Mãe, namorada, irmãs).
Como se veste de segunda a sexta-feira: Alterno entre o fato e outros estilos.
Aos fins-de-semana: Raramente me vêem como um jovem normal. Calça e camisa.
Usa roupa de marca: Não gosto de ser parecido a ninguém. Raramente uso.
Cor preferida: Não devo ter nenhuma.
Qual é a marca de perfume que usa: Não uso. Os preços praticados são um exagero!
Acredita em forças ocultas: Quem não acredita?! Sou africano.
Onde passa as férias: Entre Cabinda e Benguela.
Cidade predilecta: Luanda. Aquela em que vivem as pessoas que nos ajudam a sermos felizes.
Virtudes: Sou solidário.
Defeito: Sou uma pessoa que guarda rancor.
Ídolo: O meu pai.
Livro: Gosto de vários, pelo que destacarei apenas alguns: "O Ocaso dos Pirilampos", "O Último Recuo", "Contos de Morte", "Luuanda, Barroco Tropical", "Surreambulando", "Meditando e Esse País Chamado Corpo de Mulher"; "O Retrato de Dorian Gray" e "Cândido".
Escritor: Herberto Hélder e os autores de cujas obras acima referenciei.
Uma boa companhia: O livro, namorada e amigos.
Músico: Euclides da Lomba e Gabriel Tchiema.
Comida: Sacafolha de feijão com funji de bombó ou chikuanga tintim, costeletas grelhadas e molho de tomate.
Bebida: Sumo de laranja.
Sabe cozinhar: Não!
É ciumento: Sou!
Que tipo de desporto mais aprecia: Futebol, basquetebol e xadrez.
Qual é o clube que apoia: Petro Atlético de Luanda e FC do Porto.
Alguma vez mentiu: Já.
Já foi enganado: Quem nunca? A frequência com que somos enganados é que desconhecemos.
Qual é o ano que mais o marcou: Será esse (2017).
Por quê: Publico o meu primeiro livro em Portugal e Angola, fui distinguido no Brasil; participei nas antologias «Afrocentric», na Nigéria, e «Travessia», no Brasil; dei alguns passos consideráveis assinando prefácios e crítica literária, isso promoveu o meu nome além fronteiras.
O que acha da corrupção:
O pior mal que assola o mundo. A sua aniquilação implicaria melhorias em todos os sectores.
Da homossexualidade: Os homossexuais reclamam sobre o preconceito que sofrem, mas  não respeitam a liberdade dos outros. Tornam-se obsessivos, perseguem e tornam-se mais contundentes do que as mulheres. Tinha pouca idade quando fui perseguido por um que havia cismado comigo.
E da poligamia: Gostava de ter mais do que uma, não posso fingir, mas estou consciencializado de que só posso ter uma. A minha mãe não concordava com isso e sei como a poligamia é culpada em matéria de segregação familiar. Na verdade, acredito ser possível ser feliz com apenas uma mulher.

 

 

Tempo

Multimédia