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O outro lado da Gente | José Inácio

José Joaquim Inácio é um dos actores que dá rosto ao projecto “Nganjetados”, um programa humorístico de TV criado para homenagear o artista Beto Gourgel, dono do personagem cômico “Nganjeta”.

Actor José Joaquim Inácio
Fotografia: Roque Silva |

Nome? José Joaquim Inácio.

Idade? 30 anos.

Data de nascimento? 17 de Agosto de 1987.

Calçado?
42.

Ocupação? Actor da Companhia NAI-Teatro e chefe de divisão de regulamentação e formação de segurança da TAAG - Linhas Aéreas de Angola.

Naturalidade?
Samba, Luanda.

Estado civil? Solteiro.

Filhos?
Três (3).

Sonhos? Ter uma escola para projectos sociais. Ser o melhor e o mais querido actor de Angola. Ser PCA ou administrador da TAAG ou do Inavic.

Sente-se realizado? Não.

Tem carro próprio? Sim.

E casa? Sim.

Que importância têm as mulheres para si? A mulher, para mim, é uma força motriz. Um ser incomparável e inspirador. A mulher é um ser extraordinário e imprescindível na minha vida. Apenas sei que sem ela nada sou.

Como se veste de segunda a sexta-feira?
Formal até quinta-feira.

Ao fim-de-semana? Informal e, às vezes, depende da ocasião.

Usa roupa de marca? Ainda não.

Cor preferida? Preto.

Qual é a marca de perfume que usa?
Bvlgari Man/Tom Ford.

Acredita em forças ocultas? Sim.

Como reage a elas? Respeito, porém acredito e tenho sempre presente que Deus existe e é mais forte do que qualquer outra força na terra.

Onde passa as férias?
Em Luanda.

Cidade predilecta? Luanda. Não conheço muitas, a minha vida toda sempre foi em Luanda.

Virtudes? Sincero, humilde e persistente.

Defeito? Teimoso.

Vício? Futebol.

Ídolo? Não tenho. Porém, respeito, gosto e admiro algumas pessoas no mundo.

Livro? "O Líder 360".

Escritor?
John Calvin Maxwell.

Uma boa companhia?
Os meus filhos.

Músico? R. Kelly.

Comida?
Calulu de carne seca.

Bebida?
Sumo natural de limão.

Sabe cozinhar?
Não.

É ciumento? Sim.

Bate nas mulheres?
Não.

Desporto? Futebol.

Clube? Petro de Luanda e Real Madrid.

Alguma vez mentiu?
Sim.

Já foi enganado?
Sim.

Ano que mais o marcou?
2017.

Porquê? Foi o ano em que, como actor, realizei um dos meus sonhos: o de ter a minha imagem em vários outdoors e sites em Luanda e demais províncias de Angola. Tive o reconhecimento de algum potencial artístico, por parte de muita gente. Fiquei conhecido como actor.

O que acha da corrupção? É um problema. Devemos todos identificar as causas e, em seguida, aplicar as acções correctivas para estancar o mesmo.

Da homossexualidade? Respeito a orientação sexual de cada um.

E da poligamia? Respeito, desde que haja respeito, consideração, amor e comprometimento.

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