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O Outro Lado da Gente | Marcelino Pintinho

Marcelino Pintinho é  professor universitário e está apostado em, até 2030, publicar 15 livros de carácter científico, voltados para a família. Lançou recentemente em Luanda, no Instituto Superior Politécnico Tocoísta, o livro “Exclusão Social dos Idosos”, que foi igualmente apresentado na quinta-feira, 18, na biblioteca provincial do Huambo e na sexta-feira, no Instituto Superior de Serviços Sociais

|Marcelino Pintinho
Fotografia: DR |

 Nome? Marcelino Pintinho.

Idade?
30 anos.

Data de nascimento?
11. Julho. 1986.

Calçado:
44.

Naturalidade:
Luanda.

Estado civil?
Casado.

Filhos?
Dois.

Ocupação:
Professor universitário.

Sonhos:
Ter uma família de referência e uma casa para viver com dignidade e, até 2030, ter 15 livros de carácter cientifico voltados à família, publicados.

Sente-se realizado?
  Ainda não.

Tem carro próprio?
Sim tenho.

Tem casa?
Sim tenho.

Que importância têm as mulheres para si?
Elas representam tudo o que o homem precisa para elevar a sua auto-estima. Têm uma dimensão valorativa e determinante.

Como se veste de segunda a sexta?
  De fato e gravata.

E nos fins-de-semana?
Uso calções.  

Usa Roupa de Marca:
Procuro diversificar.

Cor preferida:
Azul.

Qual é a marca de perfume que usa: 
Invictus.

Acreditas em forças ocultas?
Não, mas sei que elas existem.

Onde passa as férias?
Em Portugal e no Brasil.

Cidade predilecta:
Foz do Iguaçu Brasil.

Virtude:
Humildade, serenidade.

Defeito:
Rigor, organização e exigência.

Vício:
Leitura.

Ídolo:
Emilé Durkheim, sociólogo.

Livro:
“A divisão social do trabalho”.

Escritor:
Emilé Durkheim.

Músico:
Grupo Maná México.

Uma boa companhia:
Filhos.

Bebida:
  Sumo e água.

Comida:
Funge com carne fresca e kizaca.

Sabe cozinhar:
Não.

O quê, por exemplo:


É ciumento:
Sim.

O que achas dos homens que batem nas mulheres:
Penso ser um comportamento reprovável e que atenta contra os valores da convivência pacífica.

Desporto:
Futebol.

Clube:
Kabuscorp do Palanca.

Alguma vez mentiu:
Sim.

Já foi enganado:
Sim.

Como reagiu?
Muito mal.

Ano que mais o marcou?
2011.

Porque:
Foi ano do nascimento da minha primeira filha.

O que acha da corrupção:
  É um flagelo para o país e tem desestruturado o sistema de organização das instituições públicas e privadas. As leis devem ser sérias para desencorajar tal prática e identificar instrumentos de controlo social dessa prática social.

Homossexualismo:
Sou apologista do conceito de família tradicional alicerçada no homem e mulher. Não numa família derivada da modernidade, atentando contra os princípios culturais e as representações sociais das comunidades. Porém, respeito a diferença de orientação sexual.

E da poligamia:
Uma prática absurda. Devemos desencorajar para melhor integração das famílias, quer de pertença como de referência. É uma falha imoral de comportamento cujas consequências têm reflexo no sistema de família actual. Sou contra a poligamia e defendo a construção de uma família nuclear sem interferência de outras.

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