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O outro lado da Gente | Mendes Bartolomeu

Mendes Bartolomeu é psicólogo clínico, professor universitário e conselheiro familiar na rubrica “Desabafo”, do programa “Viva a Noite” da Rádio Luanda, que vai ao ar segunda-feira às 21h00.

Fotografia: Edições Novembro

Considera-se um homem teimoso quando o assunto é concretizar as metas preconizadas. O nosso convidado de hoje, simpático e divertido por excelência, encontra nos seus pais e no Presidente José Eduardo dos Santos os seus ídolos. Afirma que das suas mãos saem pratos saborosos como um bom calulu com funge ou um arroz solto com bife.

Nome: Mendes Bartolomeu.
Idade: 50 anos.
Data de nascimento: 10/12/1966.
Naturalidade: Sou angolano.
Estado civil:  Casado.
Filhos: 5.
Calçado: 43.
Ocupação: Professor universitário.
Sonhos: Não gosto de sonhar.
Sente-se realizado? Sim.
Tem carro próprio? Sim.
E casa? Sim.
Que importância têm as mulheres para si? A mulher é para mim um ser muito especial. É dos seres mais importantes que há no mundo.
Como se veste de segunda a sexta-feira? De segunda a quinta-feira, trajo-me de fato. Já na sexta-feira, uso calças jeans.
Aos fins-de-semana? Uso traje informal.
Usa roupa de marca? Sim.
Cor preferida? Azul, branca e preta.
Qual é a marca de perfume que usa? Polo, Ralph Laurent.
Acredita em forças ocultas? Não.
Onde passa as férias? Em Angola ou no estrangeiro.
Cidade predilecta? Rio de Janeiro.
Virtudes: Sou um bom analista.
Defeito: Teimoso em concretizar as coisas.
Ídolo: Os meus pais e José Eduardo dos Santos.
Livro: “Bíblia Sagrada” e outros.
Escritor: João Ferreira de Almeida.
Uma boa companhia? A minha família e os amigos.
Músico?  Gosto de várias, mas principalmente da música angolana.
Comida? Funji com peixe, ervas, cabidela e outros.
Bebida? Sumo natural e Coca-cola.
Sabe cozinhar? Sim, sei.
O quê, por exemplo? Um bom calulu com funge ou um arroz solto com bife.
É ciumento? Sim, mas não muito.
Desporto? Adoro.
Clube? 1º de Agosto.
Alguma vez mentiu? Não sei.
Já foi enganado? Já.
E como reagiu? De forma calma e serena. Utilizei as técnicas psicológicas.
Qual foi o ano que mais lhe marcou? 2011.
Porquê? Foi neste ano que perdi a minha mãe, Joana João Bartolomeu, e a minha irmã Teidira Bartolomeu.
O que acha da corrupção? É algo negativo para uma sociedade.
Da homossexualidade? Acho ser contra o estipulado na Bíblia Sagrada.
E da poligamia? É uma prática negativa. Não ajuda na unificação das famílias.

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