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O outro lado da Gente | Noelma Cunha

Noelma Cunha é jornalista e empreendedora. Sonha ver o país crescer em todos os aspectos e considera covardes os homens que agridem mulheres. Paulo Coelho é o seu escritor de eleição e a família, a sua melhor companhia. Gosta de ouvir Luan Santana e Tânia Mara, mas é por C4 Pedro que tem idolatria.

Fotografia: Cedida pela jornalista

Nome? Vissolela Noelma Simão da Cunha.
Dada de Nacimento?16 de Abril de 1984.
Idade? 34 anos.
Quanto calça? 37.
Naturalidade: Luanda.
Estado civil: Solteira.
Filhos: Dois. 
Ocupação? Empreendedora e jornalista. 
Sonhos? Ver o meu país crescer em todos os aspectos.
Sente-se realizada? Sim. 
Tem carro próprio? Sim. 
Tem casa? Sim. 
Fale sobre o papel da mulher actualmente: De elemento secundário, a mulher evoluiu para um ser extremamente importante para a sociedade actual, onde ela exerce, cada vez mais, um papel de protagonista, embora ainda sofra com as heranças históricas do sistema social patriarcal no seu dia-a-dia.
Como se veste de segunda a sexta-feira? Clássico - desportivo.
E nos fins-de-semana? Um estilo básico.
Usa roupa de marca? Não.
Cor preferida? Vermelho. 
Qual é a marca de perfume que usa? Marina de Bourbon.
Acredita em forças ocultas? Não.
Onde passa as férias? Depende do lugar que queira conhecer. 
Cidade predilecta? Curitiba (Brasil).
Virtude? Solidariedade.
Defeito? Sou ciumenta e impulsiva. 
Ídolo? C4 Pedro.
Livro? "De Bem Com Você."
Escritor? Paulo Coelho.
Músico? Luan Santana e Tânia Mara. 
Uma companhia? A minha família. 
Bebida? Água. 
Comida? Strogonoff de carne
e mufete.
Sabe cozinhar? Não. 
É ciumenta? Sim.
O que pensa dos homens que batem nas mulheres? São covardes.
Desporto? Andebol.
Clube? Grémio de Porto Alegre.
Alguma vez mentiu? Sim.
Já foi enganada? Não.
Ano que mais a marcou? 2014
e 2016.
Porquê? Foi nesses anos que nasceram os meus filhos. 
O que acha da corrupção? É um descaso público.
E da homossexualidade? Para mim, isso é totalmente normal. Mal é ficar com uma pessoa que não sente desejo por si e fazer a si e ao outro infeliz  só para agradar à sociedade.
E da poligamia?  É uma prática frequente e comum na nossa sociedade. Como extingui-la não é fácil, devido à história que carregamos por séculos, devia-se regulamentá-la para preservar os interesses das relações bígamas e dos filhos gerados nestas relações.

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