Gente

O outro lado da Gente |Charlene Garcia

Charlene Cristina Garcia é a primeira dama de honor do concurso Miss Angola CPLP, 2016. Estudante e residente em Luanda, Charlene Garcia é adepta da formação do Real de Madrid e adora jogar voleibol.

Fotografia: DR

Da gastronomia angolana, é adepta de funji de bombó e da música do compositor Kyaku Kyadaff. Saiba um pouco mais sobre o rosto da semana do Outro Lado da Gente, Charlene Cristina Garcia.

Nome: Charlene Cristina Garcia.

Idade: 18 anos.

Data de nascimento:
27.12.1997.

Calçado:
38.

Ocupação:
Estudante.

Naturalidade: Luanda.

Estado civil:
Solteira.

Filhos:
Nenhum.

Sonhos:  Me formar e me tornar uma mulher independente.

Sente-se realizada: Ainda não.

Comida: Funji de bombó.

Bebida: Água.

E casa: Também não.

Tem carro próprio:
Infelizmente ainda não.

O termo mulher que significa para si: Para mim, ser mulher é viver mil vezes em apenas uma vida, ser forte e guerreira, pois é do nosso ventre que se faz a humanidade.

Usa roupa de marca
: Sim.

E aos fins-de-semana:
Casual, mas dependendo do lugar.

Cor preferida: Azul.

Qual é o perfume que usa: Giorgio Armani, Paco Rabanne ou Yves Saint Laurent.

Acredita em forças ocultas: Sim.

Como reage a elas:
Entrego nas mãos de Deus.

Cidade predilecta
: Skopje.

Onde passa as férias:
Em casa família, com amigas ou mesmo a viajar.

Virtudes: Sou humilde e batalhadora.

Defeito: Ser chata e teimosa.

Ídolo: Deus.

Livro: Bíblia.

Escritor: Pepetela.

Uma boa companhia: Família.

Sabe cozinhar: Sei.

O quê, por exemplo: Funji, massa, arroz, peixe, lasanha, etc, etc.

Músicos: Kyaku Kyadaff.

É ciumenta: Sim, sou.

O que acha dos homens que batem nas mulheres:
Não são homens.

Desporto preferido: Volei.

Clubes: Real Madrid.

Já alguma vez mentiu: Sim.

Já foi enganada: Sim.

Anos que mais a marcaram: De 2009 a 2011.

Porquê: Porque foi nesta altura que tive a oportunidade de aprender a língua inglesa.

O que acha da corrupção: Um acto muito comum na nossa sociedade.

Do homossexualismo: Não tenho nada contra nem sou a favor.
E da poligamia: Acho desnecessário.

Tempo

Multimédia