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O outro lado da Gente|Israel Campos

Israel Campos é um jovem angolano, locutor e repórter da Rádio Nacional de Angola. Foi, durante quatro anos, condutor do programa infantil “Kaluanda-Piô”, da Rádio Luanda e repórter para alguns serviços de notícias daquela estação emissora. Actualmente reside no exterior do país, onde dá continuidade aos estudos. Define-se como um jovem sonhador, com várias causas que motivam e impulsionam a sua determinação nas batalhas diárias.

Fotografia: Arquivo do Radialista

Nome?  - Israel Campos
Idade?  - 18 anos 
Data de nascimento?  05/03/2000 
Naturalidade? - Luanda
Estado Civil? - Solteiro, obviamente. Nunca me imaginei casado aos 18 anos 
Filhos? - Nenhum
Calçado?  - 41-42
Ocupação? - Estudante, locutor de rádio e repórter 
Sonhos? -  Aos 18 anos, qualquer jovem tem muitos sonhos. Tenho tantos, que considero até difícil falar sobre todos eles. Mas, dentre os muitos sonhos, um deles é o de ver uma Angola dos angolanos, com condições que dignifiquem os angolanos e que lhes confiram uma perspectiva diferente para o futuro
Sente-se realizado?  -  Não. E nem sei se me irei sentir um dia, por considerar que este jogo, ao qual atribuímos o nome de vida, não é sobre alcançar ou parar. Mas sim sobre cortar uma meta e começar uma outra corrida 
Tem carro próprio? - Não. Ainda não trabalhei para isso
E casa?  - Vivo em casa dos meus pais. Aos 18 anos, só uns poucos têm o privilégio de já terem casa própria
Que importância têm as mulheres para si?  - Não consigo imaginar a vida sem
a mulher 
Como se veste de segunda a sexta-feira? -  Geralmente visto-me de modo informal. T-shirts, jeans e ténis
E aos fins-de-semana? - Dependendo do local para onde vou, vou variando. Aos domingos, por exemplo, costumo vestir-me de  modo mais formal para ir à igreja 
Usa roupa de marca?  - Preocupo-me tanto com isto que nem sei se sim ou se não. Quero com isto dizer que este “departamento” é irrelevante 
Cor preferida? - Azul. 
Qual é a marca de perfume que usa?   - “Versace Eros”. 
Acredita em forças ocultas? - Acredito em coisas boas e noutras menos boas
Onde passa as férias?  - Não tenho um roteiro de férias definido. Os locais em que passo as minhas férias variam.
Cidade predilecta? - Rio de Janeiro. Uma cidade que não me canso de visitar, pela combinação perfeita que faz:  o sol, a gente boa e a praia 
Virtudes? -  Amigo dos seus amigos, solidário e esperançoso por dias melhores 
Defeitos? - Impaciente, teimoso, perfeccionista e crítico
Ídolo? -  Deus
Livro? -  “O Homem que plantava Árvores”
Escritor? - John Green
Uma boa companhia? - Os meus. Família e amigos
Músico?  - André Mingas e Whitney Houston 
Comida? - Bitoque 
Bebida?  - Água.
Sabe Cozinhar? - Não, de facto. Mas tenho uma noção do básico e não dispenso uma aventura na cozinha tentando seguir receitas
O quê, por exemplo? - Sei estrelar ovos, fritar batata e frango. Arrisco fazer uma massa ou um bolo. Tudo depende da inspiração do dia. 
É ciumento? -  Dependendo das pessoas com quem convivo, sim, sou ciumento.
Que tipo de desporto mais aprecia? - Natação. 
Qual é o clube que apoia?  - Não tenho preferências no que a clubes desportivos respeita.
Alguma vez mentiu? - Se o dissesse que não, estaria a faze-lo, uma vez mais. 
Já foi enganado? -  Já, infelizmente. 
E como reagiu? - Senti-me desrespeitado. 
Qual é o ano que mais o marcou? - 2017.
Porquê?  - Por ter sido um ano de muita aprendizagem, de memoráveis conquistas a nível académico e profissional. Particularmente, por ter sido o primeiro ano, desde que me reconheço como gente, que vi o processo eleitoral acontecer no meu país 
O que acha da corrupção? - Um mal causado por falta de sentido patriótico, que acarreta um conjunto de problemas para as populações por um longo prazo de tempo. Os seus autores devem ser responsabilizados
Da homossexualidade?  - É uma opção. E, como todas as outras que às nossas vidas pessoais respeitam, merecedora de ser respeitada
E da poligamia? - Constitui um grande desrespeito e falta de consideração entre as pessoas. Entretanto, é vivida e em muitos casos, inclusive, consentida, o que me remete, uma vez mais, para as tais opções de vida. Quem somos nós para julgar as opções alheias?

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