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O outro ladoda Gente Isabel Ganga

A jornalista Isabel Ganga tem vindo a afirmar-se na profissão. A produtora e coordenadora do programa televisivo da Igreja Mundial alimenta o sonho de ver uma Angola próspera e melhor para todos. Aos 32 anos, tem as suas “impressões digitais” na Globo Internacional e no programa televisivo Revista África. Saiba um pouco sobre o “outro lado” de Isabel Ganga.

Fotografia: Cedida

Nome? Isabel Ganga.
Ocupação? Jornalista e coordenadora do canal televisivo da Igreja Mundial.
Profissão? Jornalista.
Idade? 32 Anos.
Data de nascimento?
31 de Julho de 1986.
Naturalidade?

Luanda, Bairro Rangel.
Estado civil? União de facto.
Filhos? Um.
Sonhos? Ver uma Angola melhor, próspera para todos nós, em que os angolanos possam ter liberdade de expressão. 
Sente-se realizada? Não. A cada dia a gente sonha. Tenho muita coisa para fazer. Não quero ficar apenas pela minha licenciatura. Penso ir ao Brasil fazer uma formação em assessoria de comunicação e imagem, que é o meu sonho.
Tem carro próprio? Sim, tenho.
Tem casa? Tenho, graças a Deus.
Que importância têm os homens para si? Eu sou mulher e digo sempre que o homem faz o Mundo. Através dele existem pessoas.
Como se veste de segunda a sexta-feira? Como estou ligada à produção e à reportagem, visto-me de forma normal.
E aos fins-de-semana?
Visto-me de forma formal.
Usa roupa de marca?
Uso e gosto.
Cor preferida? Azul e branco.
Qual a marca de perfume que usa? Sem preferência, gosto mais de perfumes doces.
Acredita em forças ocultas? Acredito, porque vemos muitas coisas.
Onde passa as férias? No Sul do país, mais concretamente nas províncias do Bié, Huambo e Benguela.
Cidade predilecta? Benguela.
Virtude?
Alcanço o que eu quero.
Defeito? Teimosa e persistente.
Vício? Leitura e televisão.
Ídolo? Admiro mais a minha mãe por ser forte e guerreira.
Livro?
Memória de um Repórter, de Augusto Alfredo.
Escritor? Pepetela.
Músico? Adoro músicos de semba e kizomba.
Uma companhia?
O meu esposo e o meu filho.
Bebida? Água e sumo.
Comida? Não dispenso um bom bom funje com vários molhos.
Sabe cozinhar? Sim.
O quê, por exemplo?
De tudo um pouco, por ser dona de casa. Sei cozinhar calulu, arroz, massa e funje.
É ciumenta? Sou. O que me pertence não gosto que me retirem.
O que acha dos homens que batem nas mulheres? É covardia. A mulher é uma flor que precisa de ser regada. Quem bate na mulher é covarde.
Desporto?
Basquetebol e andebol.
Clube?
Petro de Luanda e Real Madrid.
Alguma vez mentiu?
Vária vezes.
Já foi enganada? Muitas vezes. 
Como reagiu?
Ignorei e preferi seguir a vida para a frente.
Ano que mais a marcou? 2016.
Porquê? Porque foi o nascimento do meu filho, no dia 4 de Abril de 2016.
O que acha da corrupção? É um cancro que deve ser extirpado. É uma coisa que acaba por estragar o país. Hoje, temos esta Angola destruída por causa da corrupção.
Homossexualidade? Eu respeito muito quem opta por esta via, mas não apoio a prática, nem condeno. 
Poligamia? É um mal que acontece muito em África. Temos muitos casos de poligamia, devemos também combater. Existem homens com três e quatro mulheres.

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