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Recordar Aleluia

A dor pelo passamento físico de António Ferreira Gonçalves “Aleluia”, cuja partida prematura deixou um enorme vazio nos corações de todos os jornalistas, amigos e familiares, continua viva e, seguramente, não passará tão cedo, pois a memória dos momentos vividos junto dessa grande personalidade dificilmente será esquecida.

Fotografia: DR

 O Aleluia tinha uma marca, um carisma e estilo próprio de viver a vida, com muita alegria e vivacidade, com grande presença marcante onde quer que estivesse. Uma alegria contagiante como um vírus que atingia todos ao seu redor. Isso não se esquece. Não se apaga. O sorriso, sempre patente no seu rosto, até nos momentos difíceis, ainda brilha na memória de todos. Isso ficou visível nas mensagens partilhadas em todos os meios de difusão, onde as suas histórias, as palavras que pronunciava, anedotas que contava, as brincadeiras que fazia, e que prendiam, sempre, a atenção de todos, foram vivamente recordadas. Jornalista com créditos firmados, comentarista de mão cheia, António Ferreira “Aleluia” faleceu na passada quinta-feira, dia 4, vítima de doença, em Lisboa, Portugal. Os seus ensinamentos e experiência de vida serão sempre recordados por todos que foram seus alunos na actividade jornalística, quer na academia, quer na prática diária das redacções, não somente da Edições Novembro, onde esteve vinculado por mais de 40 anos. Mas em todas as redacções, porque mesmo na rua, durante as coberturas jornalísticas, educava e se aprendia muito com ele. Até sempre! As imagens são da responsabilidade do colectivo de fotógrafos da Edições Novembro.

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