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Apoiantes da coligação em confrontos na RDC

Militantes da Frente Comum para o Congo (FCC) e da Meta para a Mudança (CACH), a coligação governamental, confrontaram-se, segunda-feira, em Kinshasa e em Kolwezi, capital da província de Lualaba (Sudeste), em ataques que culminaram com a queimada de fotografias de Félix Tshisekedi e de noticiou,ontem, o jornal congolês “7sur7” citado pela AFP.

A situação de violência foi vivida também no Sudeste do país
Fotografia: Dr

O diário diz desconhecer-se as causas que estiveram na base dos confrontos que opuseram os militantes das duas plataformas políticas que dirigem a RDC , desde a eleição de Félix Tshisekedi à Presidência da República.
Jean-Marc Kabund, primeiro vice-presidente da Assembleia Nacional e coordenador do CACH, reagiu ao incidente, anunciando na conta no Twitter o fim do diálogo com a FCC.
Augustin Kabuya, secretário-geral da União para a Democracia e o Progresso Social (UDPS), partido de Tshisekedi, apelou aos militantes para a realização de um “encontro especial” previsto para esclarecer o futuro da coligação FCC-CACH.
O presidente da Associação dos Jovens da UDPS, Hervé Ntini, criticou a destruição da imagem do Chefe de Es-tado, em Kolwezi, condenando a “passividade da Polícia e dos Serviços de Segurança” naquela região, evocando uma parte de responsabilidade ao governador local, Richard Muyej.
Reagindo às imagens do vídeo do governador de Lualaba, Hervé Ntini criticou Richard Muyej que fez um paralelo entre Félix Tshisekedi, Presidente da República, e Joseph Kabila, líder de uma plataforma política.

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