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Egipto mantém liderança do quadro de medalhas

Teresa Luís |Rabat

Com 30 medalhas conquistas, à entrada do oitavo dia de competição, o Egipto é o país que mais vezes subiu ao pódio dos 12º Jogos Africanos de Rabat, cujo encerramento acontece a 31 do corrente, no Estádio “Moulay Abdallah”.

Nadadora Lia Lima contribuiu para o pecúlio de Angola
Fotografia: Miqueias Muachangongo | Edições Novembro

Os compatriotas de Mo Salah, tal como apontavam as previsões, mantêm a tradição de liderar o quadro de medalhas da maior cimeira desportiva do continente. Oito de ouro, 12 de prata e dez de bronze é o saldo dos egípcios.
A Argélia ocupa o segundo posto, com 21 medalhas, entre as quais, sete de ouro, seis de prata e oito de bronze. A África do Sul completa o “trio”, com saldo de 14, sete de ouro, cinco de prata e duas de bronze. Com muito empenho, os sul-africanos intrometeram-se no “quarteto” magrebino.
Marrocos é o quarto, com 21, cinco de ouro, nove de prata e sete de bronze. A Tunísia completa o “top 5”, com 16, três de ouro, cinco de prata e oito de bronze, à frente do Senegal (5), Gabão (4), Camarões (4), Costa do Marfim (3) e  Namíbia (2).
A Nigéria está na 11ª posição, seguida pela Gâmbia, Níger, Ilhas Seychelles, Maurícias, Quénia e Lesotho.
Angola, cuja meta nos Jogos passa pela melhoria do 13º lugar de Brazzaville, encontra-se na 18ª posição, com três medalhas de bronze, feito alcançado  pelo judo e a natação.
Diassonema Mucungui, Acácio Quifucussa e Lia Lima são os angolanos que já subiram ao pódio.

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