Estado Islâmico assume ataque


12 de Janeiro, 2017

O braço egípcio do Estado islâmico reivindicou na terça-feira, em comunicado, o atentado que matou pelo menos nove agentes da polícia e um civil na península do Sinai, noticiou a agência de notícias France Press.

Um balanço actualizado do Ministério egípcio do Interior revela que nove agentes da polícia e um civil morreram e treze pessoas ficaram feridas num ataque perpetrado com um carro-bomba numa barreira de segurança instalada próximo da vila de Al-Arish, no Norte do Sinai e que, em resposta, cinco rebeldes morreram, atingidos por disparos da Polícia.
De acordo com o documento, vários ataques perpetrados contra as Forças Armadas e a Polícia egípcias e que mataram centenas de agentes e militares em Al-Atich, foram reivindicados pelo Estado Islâmico.
Numa nota, o Conselho de Segurança qualificou de “atroz e covarde” o ataque de segunda-feira na cidade egípcia de al-Arish,  no norte do Sinai.
Agências de notícias informaram que um suicida invadiu o edifício onde funcionava um posto segurança com um camião cheio de explosivos. De seguida, milícias abriram fogo. A área, segundo as fontes, é muitas vezes alvo de militantes do Estado Islâmico.
Os 15 países membros do Conselho de Segurança manifestaram solidariedade às famílias das vítimas ao Governo do Egipto e aos feridos. reafirmaram que “o terrorismo em todas as suas formas e manifestações constitui uma das ameaças mais graves à paz e à segurança internacionais” e ser preciso levar os autores do ataque à justiça, assim como os organizadores, financiadores e patrocinadores do terrorismo.
O Conselho de Segurança refere no documento que os actos de terrorismo “são criminosos e injustificáveis, independentemente da sua motivação, onde, quando e por quem os cometeu.”
O apelo aos Estados-membros é que cooperem com todas as autoridades para esse propósito e aos demais países que combatam o tipo de acções com todos os meios, segundo a Carta da ONU e outras obrigações internacionais, as ameaças à paz e segurança internacionais devido aos actos terroristas.

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