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Grupo etíope dos direitos humanos reclama libertação tardia de líder de movimento rebelde

Victor Carvalho

Num gesto por si próprio considerado de “boa vontade”, as autoridades etíopes confirmaram ontem a libertação de Merera Gudina, líder do Congresso Federalista de Oromo, que havia sido detido em Dezembro de 2016 quando regressava de Bruxelas, acusado de “associação com grupos terroristas”.

Fotografia: EDIÇÕES NOVEMBRO

Diferentes grupos de defesa dos direitos humanos reclamam tratar-se de uma “resposta tardia” aos seus apelos para a libertação destas pessoas, alegando que se tratavam de “prisioneiros políticos” aos quais o Governo da Etiópia negava o equivalente estatuto.

 

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