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Guiné-Equatorial chama defeituosa à decisão de tribunal de França

Victor Carvalho

Depois de no início da semana a França ter afirmado que não reconhecia legitimidade ao Tribunal Internacional de Justiça para julgar um recurso apresentado pela Guiné-Equatorial em relação a uma decisão de um  tribunal gaulês, que condenou o filho do Presidente deste país a três anos de pena suspensa, o verniz entre os dois países voltou a estalar.

Fotografia: EDIÇÕES NOVEMBRO

Agora é a Guiné-Equatorial a interceder junto do mesmo Tribunal Internacional de Justiça com um processo de nulidade contra o Estado francês de modo a evitar que este país “confisque ou se aproprie de bens da república”.

Na referida acção, apresentada esta terça-feira, os advogados que representam as autoridades de Malabo argumentam que o imóvel não pertence ao vice-Presidente mas sim à República da Guiné-Equatorial, em cujo nome aliás está registado, de acordo com a documentaçãoexibida perante o tribunal.

 

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