Mundo

Nações Unidas trabalham para uma transição suave

A nova representante do Secretário-Geral da ONU na Guiné-Bissau, Rosine Sorri-Cloulibaly, prometeu, no fim-de-semana em Bissau, uma “transição suave” a ser feita com o Governo guineense para fechar a missão da organização no país, noticiou hoje a Lusa.

Muitos cidadãos estrangeiros foram vítimas de violência
Fotografia: DR

“Como sabem com o fim próximo do mandato da UNIOGBIS (Missão Integrada da ONU para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau), em Dezembro 2020, é importante informar que a ONU está a trabalhar para uma transição suave, envolvendo o Governo”, afirmou a também a chefe da missão, depois de um encontro com o Presidente José Mário Vaz. Segundo Rosine Sorri-Cloulibaly, a ONU e o Governo estão a trabalhar para que as prioridades continuem a ser reforçadas e asseguradas.
A nova representante, que chegou no final da semana ao país, disse também que as necessidades vão ser asseguradas não só pelas agências da ONU, mas também pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, que tem “tido um papel importante no sistema de pacificação”.
Na sexta-feira, a ministra da Administração Territorial, Odete Semedo, esclareceu que a decisão de introdução das correcções às omissões de eleitores nos cadernos eleitorais cabe aos candidatos às presidenciais em conjunto com a Comissão Nacional de Eleições (CNE).
“Não é nossa prerrogativa dizer que se vai utilizar ou não. O Ministério vai continuar o trabalho de correcção das omissões, porque essa correcção que vai ser feita não mexe com o servidor nem com os cadernos eleitorais”, afirmou Odete Semedo citada pela Lusa.

Tempo

Multimédia