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Primeiro-ministro acusa professores de fazerem uma “greve política”

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Aristides Gomes, considerou ontem em Bissau de “greve política” a paralisação das aulas, na sequência de um apelo dos sindicatos.

Fotografia: DR

O primeiro-ministro guineense falava aos jornalistas durante uma conferência de imprensa, que decorreu no Ministério das Finanças, considerando que existem greves por razões políticas, organizadas por aqueles que querem derrubar o Governo e assaltar os cofres do Estado, denunciou.
Os professores das escolas públicas da Guiné-Bissau iniciaram no dia 1de Outubro uma greve de 21 dias, para exigir a aplicação do Estatuto de Carreira Docente e o pagamento dos retroactivos inerentes à aplicação daquele estatuto. O primeiro-ministro lembrou que os professores foram beneficiados com o recente reajuste salarial levado a cabo pelo Governo.

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