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Rei de Marrocos remodela o Governo

O rei de Marrocos, Mohammed VI, procedeu, pela primeira vez, no país,à remodelação do Governo, anunciou, ontem, através de uma nota de imprensa, a Embaixada daquele país em Angola.

Rei de Marrocos, Mohamed VI remodelou o Executivo
Fotografia: Dr

Na nota, a representação diplomática informou que o novo Governo tem 23 ministros e vice-ministros, além do secretário-geral. Dine el Otmani, chefe do Governo foi reconduzido ao cargo, assim como Nasser Bourita, ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação Africana e dos Residentes Marroquinos no Exterior.
É o primeiro Governo da história do país que não contempla secretários de Estado, pois, de acordo com o documento, a orientação do Governo hoje é optimizar os recursos nos grandes grupos económicos.
“O Executivo foi revisto em profundidade na sua arquitectura, perfis e missões, É um Governo operacional, concebido para produzir resultados, não para expedir os assuntos correntes . Não foi feita mudança por mudança. Os ministros que demonstraram a sua eficiência foram mantidos ou recolocados”, sublinha a nota. De acordo com a informação, o novo Governo marroquino traduz também uma abertura em todas as competências, independentemente das orientações políticas.
A nota acrescenta, ainda que o novo Governo aposta na abordagem política (na medida em que é apoiada por uma maioria parlamentar) e procurou perfis competentes com domínio da área da actuação.

Indulto a jornalista

O rei Mohamed VI, indultou a jornalista Hajar Raissouni, condenada no dia 30 de Setembro por aborto ilegal e relações fora do casamento. No mesmo gesto, o monarca perdoou o companheiro, o professor universitário Rifaat al-Amin, o ginecologista Jamal Belkeziz, que havia sido condenado a dois anos de cadeia, bem como o anestesista e um administrativo da clínica, que receberam penas de prisão suspensas.
A jornalista do "Akhnar Al Yaoum" recusou ter realizado uma interrupção da gravidez e disse que já estava casada em cerimónia religiosa. Por seu lado, o ginecologista explicou em tribunal que a paciente foi atendida porque tinha sofrido uma hemorragia.

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