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EUA-Cuba entre a hostilidade e as tentativas de aproximação

Enquanto a administração de Donald Trump acrescentou quatro nomes à listagem de entidades cubanas interditadas para os estadunidenses, legisladores republicanos e democratas procuram eliminar as restrições de viagens à ilha.

Havana,capital de Cuba
Fotografia: DR

O Departamento de Estado alongou durante o fim de semana a relação de empresas cubanas, emitida em novembro de 2017, incluindo mais de 200 entidades e subentidades com que os cidadãos deste país têm sido interditados de realizarem transações financeiras diretas.

Os hotéis Palácio Cueto, localizados no Centro Histórico de Havana Velha, na capital do país; e Cayo (ilhote) Guillermo Resort Kempinski, em Jardines del Rey, no norte da província de Ciego de Ávila; foram inseridos na relação que já continha muitas instalações desse tipo.

Do mesmo jeito, segundo a Prensa Latina, o Governo norte-americano acrescentou à Casa Editorial Verde Olivo, empresa editora do Ministério das Forças Armadas Revolucionárias do país caribenho, e a Editorial Capitan San Luis, adscrita ao Ministério do Interior.

Dentro do listrado, que Cuba qualifica de arbitrário, incluem-se desde esses ministérios até empresas, sociedades anônimas, a Zona Especial de Desenvolvimento Mariel, e os Terminais de Contêineres do Mariel e Havana.

Esse grupo de entidades vetadas para os estadunidenses faz parte das muitas ações que adotou a administração do republicano desde a sua chegada ao poder em janeiro de 2017 para reverter a aproximação iniciada entre ambos os países durante o executivo prévio.

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