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Idiossincrasia cubana socializa

Em Cuba felizmente, não há crianças privadas de atenção familiar ou sem respaldo do Estado, destaca um material publicado hoje no site do Partido Comunista Colombiano.

"Não existem sequestros infantis", Roxanne Castelhanos, professora titular da Faculdade de Psicologia da Universidade de Havana
Fotografia: DR

'Em nosso país (em geral) a rua é segura. Não existem sequestros infantis ou outros fenômenos de natureza criminosa contra a infância', destacou a Doutora em Ciências Roxanne Castelhanos, professora titular da Faculdade de Psicologia da Universidade de Havana, citada pela mencionada publicação.

'Ao interno das comunidades nossos meninos, meninas e adolescentes, brincam e socializam, sem que exista nisso, por si mesmo, nada negativo. É parte de nossa idiossincrasia. Esta atividade física, lúdica e de relações e interações com outros, é recomendável, desde que exista supervisão adulta', significa Castelhanos.

Explica que isto equivale a saber que estão fazendo, com quem brincam, a que, onde, quanto tempo passam na rua, velar por seus horários de alimentação e todas suas rotinas de vida.

Devemos ter em conta que, nestes agrupamentos espontâneos de crianças, há crianças de todas as idades e que provêm de diversos estilos educativos familiares, aponta a psicóloga.

É inerente à infância, a necessidade de acompanhamento enquanto aprendem a regularem por si mesmos suas condutas. Se estão completamente sozinhos por horas, correm riscos de diversa índole e são vulneráveis. Além do que, há que educar no princípio da boa conduta social e do respeito à convivência, especifica.

A acadêmica enfatiza que 'a saúde psicológica de crianças e adolescentes também tem que ver com o emprego que fazem de seu tempo. Sem nenhuma dúvida, os adultos somos responsáveis disso. A necessidade de supervisão não é uma opção, é uma obrigação dos pais'.

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