Mundo

Antigo bastião rebelde em poder do exército

As forças governamentais sírias conseguiram recuperar a totalidade da cidade de Al Sujna, no leste da província de Homs, que arrebatou do grupo Estado Islâmico (EI), informaram ontem fontes oficiais e activistas dos Direitos Humanos.

Forças governamentais alargam o cordão de segurança
Fotografia: Ammar Suleiman | AFP

As tropas governamentais assumiram o controlo de Al Sujna há uma semana, mas nos últimos dias tiveram que fazer frente aos contra-ataques do Estado Islâmico. Uma fonte militar citada pela agência oficial “Sana” afirmou que ontem de manhã o exército sírio “assumiram a totalidade da cidade de Sujna após operações intensas contra o Estado Islâmico”.
As operações “causaram a morte de grande número dos terroristas” e também a destruição de quantidades consideráveis de munições e armas.
A fonte acrescentou que as unidades do Exército prosseguem com as operações para assegurar a área e com a perseguição dos remanescentes dos radicais.
O Observatório Sírio de Direitos Humanos, com sede em Londres, indicou que o exército terminou de retirar as minas da cidade, a última localidade que restava em poder do Estado Islâmico em Homs, e que está na estrada para Deir ez-Zor, bastião "jihadista" no leste do país. Durante as últimas semanas, o Exército sírio e seus aliados avançaram contra o Estado Islâmico pelo leste de Homs e pelo sul da província vizinha de Raqqa.
Esta ofensiva coincidiu com a que está a ser desenvolvida pela Forças da Síria Democrática (FSD), uma aliança armada liderada por milícias curdas e apoiadas pelos Estados Unidos, na cidade de Raqqa, considerada a capital do califado proclamado pelo Estado Islâmico em 2014. Enquanto isso, um ataque da Organização para a Libertação do Levante contra as forças governamentais derivou em confrontos violentos nos arredores a sudoeste de Damasco.

Tempo

Multimédia