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Apelo à unidade no partido ANC

O ministro da Polícia sul-africano apelou na sexta-feira, em Soweto, ao ANC  para se “juntar” ao Presidente Jacob Zuma, que sobreviveu à justa, a semana passada, a uma moção de censura. “Devemo-nos juntar ao Presidente até que termine o seu mandato em Dezembro” à frente do ANC, declarou o ministro da Polícia, Fikile Mbalula, numa entrevista concedida à AFP, em Soweto, subúrbio de Joanesburgo.

Jacob Zuma tem apoio de ministros e deputados
Fotografia: Santos Pedro|Edições Novembro

Na terça-feira, cerca de trinta deputados do Congresso Nacional Africano (ANC, no poder) “amotinaram-se” ao votar a favor da moção apresentada pela oposição, num sinal que ilustra as divisões no seio do ANC, no poder desde 1994.
Em Dezembro, o ANC deve eleger o seu novo líder, que sucede a Jacob Zuma.
O novo dirigente vai ser o Presidente da África do Sul, no termo das eleições gerais de 2019, se o seu partido  vencer. O último mandato de Jacob Zuma termina nesta data.
Dois nomes figuram entre os favoritos para suceder a Jacob Zuma à frente do Congresso Nacional Africano (ANC), o actual vice-presidente, Cyril Ramaphosa, líder dos críticos anti-Zuma, e Nkosazana Dlamini-Zuma, antiga presidente da Comissão da União Africana (UA), que conta com o apoio do Chefe de Estado. A moção no Parlamento foi votada por escolha secreta.

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