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Naufrágio no Iraque faz mais de 72 mortos

Pelo menos, 72 pessoas, entre elas crianças e mulheres, morreram e 28 estão desaparecidas, devido a um naufrágio ocorrido ontem no rio Tigre, perto de Mosul, no Iraque, informou o chefe da Autoridade de Defesa Civil de Mosul, Husam Khalil.

Fonte do Governo iraquiano afirmou que o acidente foi causado pela superlotação do barco
Fotografia: DR


Husan Khalil sublinhou que a maioria das vítimas mortais são mulheres e crianças que não sabiam nadar e a embarcação estava totalmente lotada.
Até ao fecho desta edição, a equipa de socorro havia conseguido resgatar 55 so-breviventes. Hoje, continuam a decorrer as opera-
ções de busca e de salvamento de mais sobreviventes do acidente.
Uma fonte das autoridades iraquianas avançou que o barco transportava cerca de 200 pessoas quando naufragou. Nas redes sociais, circulam imagens que mostram o barco virado e várias pessoas na água do rio Tigre.
A BBC adiantou que a zona onde a embarcação afundou é muito procurada para tu-rismo. Muitas pessoas estavam a celebrar o Nowruz, que marca o Ano Novo curdo e a chegada da Primavera.

Ataque em Cabul

Em Cabul, capital do Afeganistão, seis pessoas morreram e vinte e três ficaram feridas ontem em explosões ocorridas num bairro xiita, segundo o porta-voz do Ministério da Saúde, Wahidullah Mayar. /> O ataque, que aconteceu no dia em que o país celebrava o Nouruz, o Ano Novo persa, foi executado com três minas activadas à distância.
Uma das minas foi colocada na casa de banho de uma mesquita, outra nos fundos de um hospital e a terceira numa subestação de abastecimento de energia eléctrica.
As explosões aconteceram perto da Universidade de Cabul e do mausoléu de Karte Saji, onde vários afegãos se reúnem para celebrar o Nouruz, uma festa considerada não islâmica pelos extremistas. Os talibãs negaram qualquer envolvimento no ataque.
Os ataques não atingiram as áreas de festividades, esclareceu o porta-voz da Polícia de Cabul, Basir Muyahid, indicando que uma quarta mina foi desactivada.
No ano passado, uma explosão reivindicada pelo grupo Estado Islâmico (EI) deixou 33 mortos perto do mesmo mausoléu.
O “EI” tem como alvo a minoria xiita para provocar a violência sectária neste país de maioria sunita.

 

 

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