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Cabo-verdianos rendem tributo a Amílcar Cabral

Cabo Verde celebra hoje o Dia dos Heróis Nacionais, marcado pelos 45 anos da morte de Amílcar Cabral e uma homenagem a todos aqueles que contribuíram para a luta da independência do país.

Nacionalista foi assassinado em Janeiro de 1973 em Conacri
Fotografia: Charles Bouessel | afp

O 20 de Janeiro, Dia dos Heróis Nacionais e feriado nacional em Cabo Verde, este ano marca os 45 anos do assassinato, na Guiné-Conacri, em 1973, do fundador do então PAIGC e actual PAICV e líder dos movimentos independentistas da Guiné-Bissau e Cabo Verde.
A Presidência da República de Cabo Verde realizou ontem uma conversa aberta sobre o passado, presente e futuro dos heróis nacionais, num evento também enquadrado na Semana da República, que assinala o 13 de Janeiro, dia da Liberdade e da Democracia.
O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, na oposição), que considera Amílcar Cabral como um dos fundadores e o primeiro líder, organiza hoje à tarde um diálogo sobre a actualidade do pensamento de Amílcar Cabral.
O ponto alto das cerimónias conta com a tradicional deposição de uma coroa de flores junto ao memorial Amílcar Cabral, na Praia, uma iniciativa da Associação dos Combatentes da Liberdade da Pátria, presidida pelo Chefe de Estado, Jorge Carlos Fonseca. Amílcar Lopes Cabral nasceu em Bafatá, na Guiné-Bissau, a 12 de Setembro de 1924 e morreu a 20 de Janeiro de 1973, em Conacri, por assassinato. Militou no movimento anti-colonial com Agostinho Neto, Mário de Andrade e Marcelino dos Santos.

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