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Primeiro-ministro quer acabar com privilégios judiciais

O primeiro-ministro espanhol espera que a sua proposta de acabar com privilégios judiciais seja aprovada pelo Parlamento no espaço de dois meses.

Fotografia: DR

Na ressaca da semana mais difícil do seu mandato, em que foi acusado infundadamente de plágio na sua tese de doutoramento e em que Carmen Montón, a ministra da Saúde se demitiu, Pedro Sánchez anunciou ontem que vai propor de forma imediata a reforma da Constituição espanhola para acabar com os privilégios judiciais dos políticos. De acordo com o jornal “El Periódico”, o primeiro-ministro espanhol acredita que a proposta será aprovada no Parlamento no espaço de dois meses. Esta medida responde a uma das principais reivindicações dos partidos Podemos e Ciudadanos, pelo que se prevê que conte com o apoio destas duas forças políticas. Pedro Sánchez fez este anúncio na Casa da América onde compareceu para fazer uma avaliação dos primeiros 100 dias à frente do executivo espanhol perante os restantes membros do Governo. Numa entrevista ao jornal “La Sexta”, publicada no domingo, Pedro Sánchez abordou as acusações de plágio e considerou que o PP e o Ciudadanos estão a tentar “baixar a qualidade da democracia”.

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