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Finlândia paga desempregados para os incentivar a trabalhar

O Governo da Finlândia apresentou os primeiros resultados da experiência de implementar um rendimento básico universal de 560 euros para desempregados e a conclusão não foi animadora: não aumentou a procura de emprego entre o grupo de duas mil pessoas alvo do estudo.

Fotografia: DR

A ideia que norteou esta experiência era que o nível de vida geral das pessoas melhorasse e que o incentivo de 560 euros mensal, sem nada em troca por parte do Estado, fosse uma forma de procurarem emprego, algo que não aconteceu, embora o estudo revele que entre o grupo tenha aumentado os níveis de felicidade e de stress.
Baseada na Teoria da Utopia, de Thomas More, publicada em 1516, esta experiência iniciou-se em Janeiro de 2017 e era suposto durar dois anos, tornando a Finlândia no primeiro país europeu a testar esta ideia de um rendimento básico incondicional.
Além do dinheiro que recebia mensalmente, este grupo tinha direito a educação, saúde e transportes grátis, tudo com o propósito de dar segurança às classes mais desfavorecidas por formas a dar-lhes tempo para procurarem emprego ou desenvolver novas capacidades de subsistência.

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