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Grécia reforça vigilância de fronteiras

O Conselho de Relações Exteriores e de Defesa do Governo grego reuniu, ontem, para encontrar soluções de reforço a vigilâncias nas fronteiras, tendo decidido transferir migrantes das ilhas para o continente e activar um sistema integrado de vigilância marítima, com um custo de 50 milhões de euros, que o Governo anterior tinha rejeitado.

Fotografia: DR

Para dar resposta aos campos sobrelotados, o Primeiro-Ministro reuniu, ontem, com os assessores de segurança nacional, tendo decidido, também, acelerar a deportação de todos aqueles que, tendo pedido asilo, viram o estatuto rejeitado, evitando que permaneçam em território grego por muito tempo.
A decisão aconteceu na semana,durante a qual mais 600 refugiados chegaram à ilha de Lesbos, tornando mais difícil a situação de acomodação de migrantes nos campos daquela ilha do Mediterrâneo.
Num relatório do início de 2019, o Conselho da Europa já tinha denunciado as “condições deploráveis” dos campos de migrantes nas ilhas gregas, referindo-se a actos de agressão das autoridades contra muitos dos refugiados.

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