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Guiné-Bissau recupera 760 doentes

A Guiné-Bissau registou entre quinta-feira e sábado mais 25 novos casos de infecção por Covid-19 e aumentou para 760 o número de recuperados, disse ontem o coordenador do Centro de Operações de Emergência de Saúde (COES), Dionísio Cumba.

Guiné-Bissau recupera 760 doentes
Fotografia: DR

Segundo o médico guineense, o país passa a ter um total acumulado de 1.790 casos da Covid-19 desde o início da pandemia na Guiné-Bissau, que registou os primeiros casos da Covid-19 em Março.

Dionísio Cumba manteve o número de vítimas mortais em 25."Em relação ao nú-mero de recuperados subiu para 760 pessoas", afirmou.

Em relação ao número de internados, o médico guineense precisou que estão 19 pessoas no Hospital Nacional Simão Mendes, três das quais em estado considerado grave, mas não deu os números relativos aos hospitais de Bor e Cumura, por não ter dados actualizados.

Por regiões, o total de casos acumulados para a Covid-19 é de 1.673 no Sector Autónomo de Bissau, 56 em Biombo, 27 em Cacheu, 21 em Bafatá, dois em Gabu, 10 em Oio e dois em Tombali.

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Em-baló, declarou, pela sexta vez, o estado de emergência no país até 25 Julho por causa da pandemia provocada pelo novo coronavírus.

A pandemia da Covid-19 já provocou mais de 534 mil mortos e infectou mais de 11,47 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em África, há 11.360 mortos confirmados em mais de 476 mil infectados em 54 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia naquele continente.

Entre os países africanos que têm o português como língua oficial, a Guiné Equatorial lidera em número de infecções e de mortos (3.071 casos e 51 mortos), segui-da da Guiné-Bissau, Cabo Verde (1.463 casos e 17 mortos), Moçambique (987 casos e oito mortos) e São Tomé e Príncipe (719 casos e 13 mortos).

O Brasil é o país lusófono mais afectado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de infectados e de mortos (mais de 1,6 milhões de casos e 64.867 óbitos), depois dos Estados Unidos.

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