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Maduro minimiza boicote da oposição

O Presidente da Venezuela minimizou o anúncio das forças da oposição que pretendem boicotar as eleições presidenciais de domingo e disse que vai alcançar uma “grande vitória” nas urnas, apesar  de denunciar também que a votação está a ser alvo de “pressões” estrangeiras.

Estas declarações de Nicolás Maduro foram feitas ao canal de TV francês "France 24", que ontem divulgou uma entrevista ao político venezuelano a poucos dias da votação presidencial, marcado para Domingo.
Na entrevista, Maduro falou da intensificação das críticas contra si e contra a sua gestão do país nos últimos anos, justificando que tais posições são provocadas pelo medo que alguns sentem perante a esperada vitória, segundo o próprio prevê, do partido no poder, o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV). O Presidente venezuelano, que assumiu o poder em 2013, disse que o objectivo no domingo é alcançar os 10 milhões de votos.
“É um objectivo histórico, uma dívida pendente”, frisou Maduro, numa referência ao seu antecessor na Presidência venezuelana, Hugo Chávez (1999-2013), que não conseguiu atingir esta fasquia de votos.
Nicolás Maduro lançou ainda acusações aos países ocidentais, nomeadamente aos Estados Unidos e a França, que “tentam pressionar o país” para derrubar a revolução bolivariana.
Foi particularmente duro com os Estados Unidos e com o Presidente norte-americano, Donald Trump, a quem acusou de seguir “uma linha extremista” com a Venezuela,  seu Governo e povo.

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