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Shimon Peres pediu a Netanyahu que forme o governo de coligação

O Presidente israelita Shimon Peres, concluiu as consultas aos líderes dos grupos políticos com representação parlamentar e deve encarregar hoje o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, de formar governo.

O Presidente israelita Shimon Peres, concluiu as consultas aos líderes dos grupos políticos com representação parlamentar e deve encarregar hoje o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, de formar governo. A candidatura de Netanyahu – que exerce o cargo pela terceira vez na sua carreira política – teve o apoio de 82 dos 120 deputados do Parlamento.
Representantes do Likud Beiteinu, que obteve 31 lugares, Yesh Atid, 19, Habayit Hayehudi, 12, Shas, 11, Judaísmo Unido da Torá, sete, e Kadima, dois, concordaram com a nomeação de Bamjamin Netanyhu, mas foi rejeitada  pelos Partido Trabalhista, que elegeu 15 deputados, Movimento Hatnuah, da ex-l´der da oposição Tzipi Livni, seis, Meretz, também seis, e pelos três partidos árabes, que conseguiram no total 11 assentos no Parlamento. Um comunicado divulgado pelo gabinete de Shimon Peres refere que hoje à noite é feito o anúncio oficial do indicado para primeiro-ministro. Fontes políticas disseram à agência Efe que o actual primeiro-ministro, embora o seu nome não tenha sido mencionado no comunicado, é o escolhido para formar o governo.
Após o anúncio, o primeiro-ministro tem até seis semanas para formar uma coligação de partidos que apoie o novo governo.

Alerta máximo

Israel declarou ontem o estado de alerta máximo para todas as suas Embaixadas e delegações diplomáticas após a Força Aérea do país ter atacado instalações militares sírios.
Todas as representações diplomáticas receberam a ordens “para respeitarem o alerta máximo”, noticiou o jornal “Yedioth Ahronoth”.
As autoridades israelitas, referiu o jornal, receiam represália da milícia Hezbollah ou de grupos ligados aos governos do Irão e da Síria. A segurança, sublinhou o “Yedioth Ahrnoth”, foi reforçada nas sedes diplomáticas e a nível referiu o “Yedioth Ahronoth” A decisão de Telavive, salientou o governo sírio, é consequência do ataque aéreo realizado na terça-feira, próximo de Damasco, a “instalações militares e científicas”.
Diplomatas e porta-vozes oficiais israelitas estão proibidos de fazer declarações sobre este assunto.
Delegações diplomáticas israelitas e centros comunitários judeus foram nas últimas duas décadas alvo de atentados em várias capitais devido à situação no Médio Oriente, o mais grave dos quais foi em 1994, em Buenos Aires, contra o consórcio do Amia.
O Exército israelita mantém o nível de alerta que declarou na quinta-feira para toda a zona norte do país, onde instalou várias baterias antiaéreas para, disse, se precaver de um ataque de mísseis do Líbano ou da Síria.

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