Opinião

Ainda a Rua da Alfândega

Luciano Rocha

A Rua da Alfândega, a da boca de esgoto sem tampa há anos, não tem somente este perigo, congrega igualmente alçapões iguais aos do troço de uma das artérias que lhe é perpendicular sobre os quais escrevemos ontem.

Os alçapões da Rua da Alfândega, principalmente os da curva, onde  está o Instituto de Formação Bancária, são espécie de complemento dos da vizinha Direita. Nos incómodos e perigos que constituem para automobilistas e peões. Para não falar nas despesas em oficinas, nem eventualmente com hospitais.
Quanto à boca de esgoto sem tampa, sossego os responsáveis pela situação. Estão prestes a ser conhecidos, famosos até! Vítimas da inoperância deles estão dispostas a promover um abaixo-assinado a enviar ao Livro dos Recordes. Na admira que, na altura, sacudam “a água do capote” e passem culpas uns para os outros. É o velhíssimo e conhecidíssimo “jogo do empurra”.
Alguns hão-de dizer que contestar a inércia de quem é pago para zelar pela cidade e habitantes é perda de tempo, “pregar no deserto”. Vamos ver quem é mais teimoso. E o que acaba por vencer: se a razão ou a inacção. Se eles, sejam quem for, insistem em não querer ver, nós prometemos paciência q.b.  para, enquanto pudermos, tentar chamá-los à razão.

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