Opinião

Enormidades da capital

A capital é um manancial de temas para o bloco-notas do cronista sem necessidade de recurso a periscópio, chega-lhe, como a qualquer outro luandense, estar atento.

Basta pôr o pé na rua para ver, quase a cada passo, mesmo à vista desarmada, as enormidades que a cidade encerra. Mas, cuidado, a mínima distracção pode custar ao pacato cidadão contratempos de vária ordem. Às vezes de monta, tal a diversidade de alçapões de que pode ser vítima. Em parte devido à falta de civismo de muitos de nós, mas também pela inércia de quem tem a obrigação de zelar pela segurança de todos. Sem excepção.
O Jornal de Angola, como lhe compete, tem referido alguns dos casos que põem não apenas em causa a segurança do cidadão, como a imagem da capital. Estranhamente, sem grandes resultados. Talvez porque “quem de direito” não ande pela cidade como devia. Ou ande, mas faça “vista grossa” e “orelhas moucas”.
Administrar uma comuna ou município é responsabilidade enorme. Obriga ao conhecimento e resolução atempada dos problemas das áreas que tem sob responsabilidade e de quem as habita.  Que são pessoas!
O cidadão comum dispensa visitas de verificação de problemas que sente na carne. Bem como lamentações. Bastam-lhes as dele. Também dispensa promessas. Cansou-se delas. Exige obras.

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