Opinião

João Lourenço conquista confiança interna e externa

Eduardo Magalhães | *

A recente garantia dada pelo Presidente da República, João Lourenço, ao líder da oposição, Isaías Samakuva, sobre a exumação e inumação dos restos mortais do fundador da UNITA, Jonas Savimbi, ainda este ano, representa um sinal claro de que os compromissos assumidos e reiterados pelo TPE, perante o povo angolano aquando da sua investidura, são para serem levados a sério.

João Lourenço já tinha sublinhado que “nenhuma governação será bem sucedida, sem o diálogo aberto com todos os actores políticos e as diferentes forças sociais”. Essa etapa particularmente desafiante do novo ciclo político tem sido caracterizada por uma maior abertura política, marcada sobretudo por uma filosofia de diálogo entre o governo e toda a  sociedade, a começar pela oposição e a sociedade civil.
É precisamente com esse espírito de diálogo, concertação e reconciliação, dentro dos parâmetros da legalidade, cordialidade e respeito aos nossos valores tradicionais e culturais, que o Mais Alto Magistrado da Nação recebeu, na Cidade Alta, o líder da oposição, para -segundo as palavras do próprio Isaías Samakuva no final do encontro -, abordar também o processo de reconciliação nacional e a actual situação económica e social do país. O que significa uma inequívoca preocupação do Presidente João Lourenço com o povo angolano na implementação de políticas que beneficiem directamente as populações.
O Presidente da República, com a sua habitual sinceridade, tem sido cirúrgico na forma como tem abordado o país interna e externamente, reconhecendo os aspectos negativos e os positivos em doses equilibradas, sublinhando o percurso histórico do nosso país, a capacidade de superação e o novo dinamismo do nosso povo, conquistando a cada intervenção e acção praticada a confiança dos angolanos e da comunidade internacional. Tem sido também este o alinhamento-caminho seguido pelo seu  Executivo na contínua dinamização do diálogo social com os parceiros sociais, em todos os domínios da vida social e laboral, e conta, por isso, com a participação e sensibilidade dos sindicatos, ordens profissionais e outras associações para que sejam construídas pontes consensuais e soluções que promovam cada vez mais o diálogo e a consolidação da paz social.
Angola precisa do voto de confiança de todos (angolanos, potenciais parceiros e investidores) na construção da sua nova reputação e isso pode se depreender nas palavras de João Lourenço, quando disse, e nós citamos: “Acreditem que Angola vem-se tornando nos últimos meses num país mais aberto ao mundo e, por isso mesmo, mais amigo do investimento e mais aberto ao turismo.”
A visão real da Angola actual é demonstrada pela melhoria do ambiente de negócios, com a aprovação de novas leis, mais arejadas e facilitadoras do investimento privado nacional e estrangeiro e de medidas de ajustamento estrutural nos domínios fiscal, monetário e cambial. Deste modo esse movimento transformador de abertura ao investimento privado estrangeiro toca praticamente em todos os ramos da economia: da agricultura e pecuária às pescas, da hotelaria e turismo à indústria transformadora e dos materiais de construção, da refinação e distribuição aos derivados de petróleo e gás natural, da construção e operacionalização das infraestruturas rodoviárias, ferroviárias e portuárias à produção e gestão de energia eléctrica e águas.
Como podemos rapidamente perceber, esses indicadores da abertura política, económica, social e diplomático-consular demonstram a conquista da confiança interna e externa a cada acção praticada pelo Presidente da República no cenário político actual.

* Director Nacional de Comunicação Institucional. A sua opinião não engaja o MCS

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