Opinião

O triunfo do "OK!"

Robert Macpherson | AFP

A palavra “OK” (ou “okay”), a mais popular palavra inglesa,  completou no domingo 175 anos.

A expressão apareceu pela primeira vez em 1839, no jornal “The Boston Morning Post”, que na época era um dos diários mais importantes dos Estados Unidos.
Para Allan Metcalf, a maior autoridade na história sobre esta palavra em todo o mundo e autor de um livro sobre o tema, o “OK” surgiu como uma abreviação da expressão “orl korrekt”, que derivava de “all correct” (tudo certo).
O “Post” tinha o costume de usar abreviações, como “ng” (“no go”, não saia), “gt” (“gone to Texas”, foi para o Texas) e “sp” (“small potatoes”, batatas pequenas). Mas a expressão só se popularizou em 1840, quando simpatizantes do candidato presidencial Martin Van Buren, natural da cidade de Kinderhook, afirmaram que “OK!” se referia a “Old Kiderhook” (Velha Kinderhook).
Com o passar dos anos, a expressão popularizou-se em todo o mundo e surgiram inúmeras versões alternativas da sua história, mas nenhuma delas foi comprovada.  Agora com as mensagens curtas por telemóvel e nas redes sociais da Internet o uso do “OK” registou uma expansão ainda maior e universal, para assinalar que tudo vai bem. Mas na rede mundial de computadores a expressão sofre a concorrência de uma não menos vulgar, a “lol”, que significa “allright”, que também significa tudo bem, mas não atinge a dimensão do “OK”, porque esta é muito mais utilizada da linguagem verbal corrente.
Por mais que palavras novas surjam para dizer que estamos todos em boa forma, nenhuma vai dar um KO a um bom OK!

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