Opinião

Outro exemplo alemão

Luciano Rocha

No “ Periscópio” da passada sexta-feira, referimos o exemplo da Alemanha no combate ao sarampo - ressurgido na Europa, após longo período de ausência - , proibindo a entrada nas escolas de crianças sem certificado de vacina e aplicando multas pecuniárias aos pais.

A sabedoria popular sugere que para “grandes males, grandes remédios”. Foi essa a opção tomada pelos responsáveis germânicos do sector da saúde. De modo a evitar o alastramento da doença. Que pode ser mortal, como comprovam óbitos recentes registados noutros países, incluindo europeus.
Mas, os bons exemplos alemães - que também reconstruíram o país sobre ruínas de uma guerra - não se limitam à saúde. Estendem-se a outros sectores. Como é o caso da energia solar que, cada vez mais, vão buscar à natureza limpa. Eles que apenas saboreiam as carícias do astro rei em períodos curtíssimos do ano, ao contrário de nós que as temos toda a vida.
A energia solar, por muito grande que seja o investimento inicial, acaba sempre por ficar mais barata e - tão ou mais importante - não polui.
A opção pela energia solar - tal como a eólica, em vastas regiões do país - tornava-nos tudo mais barato. A começar pela indústria e a acabar na vida doméstica.
Pelo meio, uma série de outras vantagens. Em Luanda, por exemplo, o fim da “praga dos geradores”. E do negócio que eles permitem. Em pleno século XXI.

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