Opinião

A crise e as empresas

Vivemos tempos difíceis, devido à crise económica e financeira. Um número elevado de empresas foram à falência e centenas de jovens foram para o desemprego. A taxa de desemprego quando é muito elevada é geradora de outros problemas de ordem social.

É por isso que os governos se preocupam em combater o desemprego com políticas que incentivem o surgimento de pequenas e médias empresas.
Temos de ter muitas empresas a funcionar se quisermos combater o desemprego.
O tempo de vida de muitas das nossas empresas é muito curto. Será também necessário que o Estado pague o que deve às empresas credoras angolanas.
Muitas empresas deixaram de funcionar porque o Estado não pagava o que devia. Sei que o Estado está agora a fazer um esforço para pagar a dívida interna.
Acredito que se o Estado pagar o que deve a muitas empresas nacionais, a economia poderá ser aquecida, por via do investimento privado.
O pagamento da dívida interna por parte do Estado deve ser uma prioridade.
Pedro Lucas | Ilha de Luanda

 

Prevenção de doenças
A malária mata muita gente no nosso país. É necessário que as autoridades sanitárias prestem atenção às medidas preventivas, para a erradicação da doença.
Penso que devia haver mais investimento público no saneamento básico.
Combater os efeitos das doenças pode ficar mais caro do que prevenir essas mesmas doenças. Muitos países erradicaram certas doenças, porque investiram na prevenção. Temos de combater as causas das doenças. Sem saúde não há qualidade de vida para os cidadãos.
Há pessoas que ao longo de um ano chegam a ir mais de dez vezes a um hospital para curar a malária, porque vivem em zonas em que há grande concentração de lixo e de águas residuais.
Alguém sugeriu numa rádio que o Ministério da Saúde, em colaboração com outros departamentos ministeriais e com governos provinciais, elaborasse um plano de grande alcance de combate à malária, por via da prevenção.
Rita João | Cazenga


A revisão da Constituição
Muito se fala sobre a revisão da Constituição. Tenho acompanhado com muito interesse as discussões à volta da actual Lei Fundamental, que tem apenas nove anos de vida.
Gostava que fossem apenas os políticos a falar sobre a necessidade ou não de se rever a Constituição.
Penso que os especialistas, nomeadamente juristas, deviam pronunciar-se sobre este assunto, para poder analisar os diferentes argumentos. Acho que uma revisão da Constituição é assunto sério e era bom que se emitissem muitas opiniões.
Há quem defenda que a nossa Constituição é boa. As práticas governativas é que eram más e violadoras da Lei Fundamental.
Que as discussões entretanto continuem em torno da revisão ou não da Constituição.
A diversidade de opiniões sobre o assunto é benéfica.
Alfredo Panzo | Bairro Operário

 

T

Tempo

você e o jornal de angola

PARTICIPE

Escreva ao Jornal de Angola.

enviar carta

Multimédia