Opinião

Acessos para o Avô Kumby

Cheguei recentemente ao país depois de uma ausência de três anos e vi-me à nora para chegar ao bairro onde sempre vivi, o Golfe Avó Kumby.

Cheguei recentemente ao país depois de uma ausência de três anos e vi-me à nora para chegar ao bairro onde sempre vivi, o Golfe Avó Kumby. Literalmente não havia caminho para chegar ao meu bairro porque os acessos que sempre existiram estão fechados. A estrada Kassequel/Bairro Popular está cortada na ponte depois das Casas Amarelas. E a estrada Bairro Popular/Golfe está intransitável a partir da ponte da escola Angola e Cuba. É um Deus nos acuda. A alternativa que é a via Bairro Popular/Palanca é completamente desaconselhável para quem como eu sofre do coração, tal é a lentidão do trânsito e a quantidade de buracos.
O outro caminho possível, que é o da Estrada de Catete, também está permanentemente engarrafado por causa das obras e pelo facto de estreitar-se, de modo incompreensível, na zona do Palanca, lá para os lados do Sanatório. Por tudo isso e receando profundamente pelo meu estado de saúde física e mental, saio de casa logo às primeiras horas da manhã e procuro regressar o mais cedo possível. Viver assim é muito difícil.

Roberto Anastácio - Luanda

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