Opinião

Agente musical

Sou um melómano e, sem qualquer imodéstia, com gostos firmados na música angolana desde aos tempos de antanho até, pelo menos, à década de 80.

Aprecio com satisfação a desenvoltura com que “se mexe” a música angolana e acompanho com algum interesse o desempenho e o engenho da nova geração. Está com muita força, entrega e performances que permitem dizer que a música angolana tem futuro. 
Com o “boom” da música angolana, em termos quantitativos e qualitativos, parece que virou moda ser agente de músico.  Desculpe-me o eventual desconhecimento de uma legislação que regule essa actividade, mas defendo que as leis que regulam esse exercício deviam ser publicitadas para todos percebermos o papel e atribuições dos agentes de músicos e artistas em geral.
Ao lado desta questão em concreto, defendo igualmente, a existência de uma legislação clara que defina quem é quem a nível da música.  Para terminar, gostaria de dizer que as entidades do Estado devem ter a primazia na regulamentação, em vez de deixar que a velha máxima “primeiro liberalizar e depois legislar” sirva como precedente neste e noutros casos.

Tempo

você e o jornal de angola

PARTICIPE

Escreva ao Jornal de Angola.

enviar carta

Multimédia