Opinião

FMI e combustível

Já é praticamente do domínio público a informação segundo a qual o Fundo Monetário Internacional (FMI) pretende preparar, para Angola, receitas em que os principais ingredientes passem necessariamente pela retirada, parcial ou total, das subvenções do Estado.

Diz-se por aí que o fundo pretende, entre outras coisas, que o Estado aumente os preços dos combustíveis como forma de reduzir os subsídios e contribuir para reduzir o défice orçamental. Em todo o caso, julgo que as recomendações do FMI nunca são obrigatórias e os Estados podem sempre encontrar alternativas às sugestões decorrentes da assistência técnica recebida. Estamos todos recordados das reformas estruturais que o FMI receitava a muitos países africanos, asiáticos e latino-americanos na década de 80 e que não resultaram por vários factores.

Augusto de Carvalho | Namibe

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