Opinião

Intercâmbio musical

Gusmão Gonçalves | Luanda

Devo reconhecer que quando ouvi a música “Funje na Catchupa”, pensei que se tratasse de uma cantora cabo-verdiana, mas afinal estava equivocado: é de uma angolana, de sua graça Ari.

Devo reconhecer que quando ouvi a música “Funje na Catchupa”, pensei que se tratasse de uma cantora cabo-verdiana, mas afinal estava equivocado: é de uma angolana, de sua graça Ari.

É uma grande melodia para se ouvir e dançar. Como o nome da canção é “Funje na Cathupa”, comidas tradicionais de Angola e de Cab Verde, decidi juntar ambos os pratos num só e comer. Gostei.
Vejam, meus senhores, a riquíssima culinária dos nossos países. A música entra também neste intercâmbio entre povos que deve ser mais explorado, em todas as suas vertentes.

Compete aos homens da cultura criar um espaço de cooperação e intercâmbio maior para que nós, sociedade, possamos consumir e desfrutar do bom que temos, não só do ponto de vista da música como, também, da culinária. Aproveitando este espaço não gostaria de omitir que, também, músico Paulo Flores canta com Tito Paris uma canção em crioulo. São iniciativas que devem ser saudadas.

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